Publicado em 01 Oct, 2008 sob o(s) tema(s) autodesenvolvimento |
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>>Um artigo escrito pelo Lama Gangchen, um grande mestre da vida.
Sem medo e mais negócios rentáveis com mente clara e estável
O dinheiro, muito ou pouco, é uma das grandes preocupações da vida: o medo de perdê-lo é o mesmo de não o ter. Praticamente somos todos escravos do dinheiro, e alguns chegam a considerá-lo como o verdadeiro deus. Temos a tendência de nos identificarmos com a nossa conta bancária e quando o saldo abaixa, o mesmo acontece com nossa auto estima….
Infelizmente as dificuldades econômicas não só destroem nossos lares como podem destruir nossos relacionamentos e nossa família: isso é o trabalho da nossa mente. Se há um colapso na bolsa ou a inflação galopa, acontece a desintegração imediata de nossas riquezas materiais resultando num risco para a estabilidade de nossas vidas - nossa mente enfraquece gradativamente esmagada pelo medo, raiva e frustração. Por outro lado, não podemos pensar em poder controlar os inúmeros fatores que influenciam a economia e o trabalho mundial. O que podemos certamente fazer no entanto, é desenvolver nossas qualidades internas que não estão sujeitas às oscilações do mercado financeiro… Nesse sentido, podemos aprender a manter nossas mentes estáveis e calmas em qualquer circunstância. Com a mente estável, saberemos melhor como incrementar nossos negócios, ou sustentá-los em caso de queda, porque a paz nos deixa sem medo.
Há aqueles que acham que a paz nos deixa menos fortes. Não é verdade. Exatamente ao contrário, é uma fonte poderosa de energia que pode ser usada para promover sua própria imagem social e aumentar as rendas. Tente organizar seus negócios de acordo com a ética da não-violência aos outros e ao ambiente: você vai se dar conta que a paz compensa, e como! Aquele que usa da agressividade para vender melhor seu trabalho é quem está enganado. É, de longe, o mais inteligente aquele que usa a energia positiva da não violência, e o calor humano é que gera produtos de alta qualidade. Naqueles momentos escuros será muito mais fácil discernir as soluções dos problemas estando com a mente pacifica, clara e calma. Só é possível enfrentar o stress e o medo de perder o nível social, a incerteza e a alienação do trabalho se desenvolvermos amor e compaixão, qualidades que são mais úteis que status quando se está em dificuldades.
Para nos reconciliarmos com o dinheiro, comecemos por rejeitar qualquer trabalho e investimentos não éticos. Vamos educar a nós mesmos, os nossos administradores e os nossos empregados para o uso do dinheiro de acordo com a lei da não violência, assim como a da cooperação, a da tolerância, a da paciência e a da compaixão. Qualquer negócio nutrido por energia de paz interna e por uma atitude feliz e altruísta está predestinada a ser bem sucedida e automaticamente se tornar mais estável e forte.
Vamos “financiar” nossa paz interna. É o melhor investimento que existe. Paz é um commodity que nunca vai cair e sempre estará na moda. Façamos as pazes com o dinheiro.
T.Y.S. Lama Gangchen
Publicado em 01 Sep, 2008 sob o(s) tema(s) amor, biográfico, relacionamento, terapia biográfica |
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1+1 é sempre + que 2

Neste 2º semestre de 2008, realizaremos workshops biográficos para casais que estejam vivendo uma crise ou que queiram um melhor entendimento da relação.
Que imagem carrego de mim mesmo? Que imagem que o outro carrega de mim? Que transformações eu preciso fazer para acordar em mim as qualidades que permitirão um maior desenvolvimento dos meus sentidos?
Palestras sobre As leis biográficas e Os encontros humanos, Atividade artística, Escrita individual
EM JUIZ DE FORA:
DATA: 31 de outubro, 01 e 02 de novembro/2008
Início: 31/10 às 19:00h
Término: 02/11 às 18:00h
LOCAL: Pousada Aconchego de Minas, em Juiz de Fora, incluindo café da manhã, lanches (dois intervalos), almoço e jantar.
Coordenadores:
Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Biógrafa
Médico Homeopata, Acupunturista e Biógrafo
INVESTIMENTO: (os valores são por casal)
1ª parcela R$ 250,00 em 10/09/08
2ªparcela R$ 250,00 em 10/10/08
3ªparcela R$ 250,00 em 10/11/08
4ªparcelaR$ 250,00 em 10/12/08
EM TERESÓPOLIS:
DATA: 28 a 30 de novembro/2008
Início: 28/11 às 19:00h
Término: 30/11 às 18:00h
LOCAL: Pousada & Spa Vrindávana, em Teresópolis, na estrada que liga a Nova Friburgo, incluindo café da manhã, lanches (dois intervalos), almoço e jantar.
Coordenadores:
Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Biógrafa
Médico Homeopata, Acupunturista e Biógrafo
INVESTIMENTO: (os valores são por casal)
1ª parcela R$ 320,00 em 10/10/08
2ªparcela R$ 320,00 em 10/11/08
3ªparcela R$ 320,00 em 10/12/08
4ªparcelaR$ 320,00 em 10/01/09
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Tels. (32) 8841-8660 (Rosângela) - santana@terapiabiografica.com.br
(21) 7602-2365 (Marcelo) - marceloguerra@terapiabiografica.com.br
Publicado em 18 Aug, 2008 sob o(s) tema(s) antroposofia, autodesenvolvimento, biográfico, terapia biográfica |
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O Labirinto é um antigo símbolo de unicidade, que combina a imagem do círculo e da espiral com um caminho que tem um objetivo. Ele representa uma jornada ao nosso centro e de volta ao nosso mundo externo. A forma do labirinto nos faz lembrar que há um sentido na existência, e nos remete ao sentido de nossas próprias vidas.
O Grupo de Terapia Biográfica Labirinto é formado por três profissionais que buscam resgatar o sentido latente em cada existência.
* Ana Maria Lucchesi, psicóloga, psicoterapeuta e biógrafa
* Elizabeth Castilho, psicóloga, psicoterapeuta e biógrafa
* Marcelo Guerra, médico homeopata e biógrafo
Os trabalhos são realizados em regime de imersão, em locais reservados, onde os participantes podem dedicar-se a trabalhar o seu interior, para retornarem ao seu mundo renovados e modificados.
O próximo Encontro Biográfico ocorrerá perto de Belo Horizonte, no Retiro das Rosas, na estrada de Ouro Preto, de 25 a 28 de setembro. Escreva para labirinto@terapiabiografica.com.br para mais informações.
O objetivo do Trabalho Biográfico é conhecer a sua vida e percorrer os caminhos da sua própria história reconhecendo os fios que te conduziram até o momento. Através do levantamento dos fatos da sua própria vida e da leitura consciente desses fatos, você trabalhará o panorama familiar e individual desde o seu nascimento até o dia de hoje, podendo então reescrever a sua história com linhas e fios mais claros, passando pelo centro do seu próprio destino.
De dentro de sua história, e só assim, é possível você reconhecer sua missão humana e transformá-la em ação consciente no mundo.
Este trabalho será em regime de imersão, de quinta-feira à tardinha a domingo após o almoço, em lugar selecionado para instrospecção e cura.
Ministrado por:
Berenice von Rückert – Biógrafa e Socióloga, Pedagoga Social
Ana Maria Lucchesi – Psicóloga, Psicoterapeuta e Biógrafa
Marcelo Guerra – Médico Homeopata, Acupunturista e Biógrafo
Elizabeth Castilho – Psicóloga, Psicoterapeuta e Biógrafa
Valor do Trabalho: R$ 1.035,00
Forma do Acerto: para reservar sua vaga, deve ser pago adiantado o valor de R$ 345,00. O restante poderá ser pago em mais duas parcelas.
Local: Retiro das Rosas
Publicado em 06 Aug, 2008 sob o(s) tema(s) antroposofia, autodesenvolvimento, biográfico, comportamento, psicoterapia, sentido da vida, terapia biográfica |
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Vivemos um tempo em que cada pessoa busca, com diferentes graus de empenho, compreender-se melhor como indivíduo. Frutos deste tempo são a psicanálise, a antroposofia, a teosofia, o humanismo, as diversas correntes psicoterápicas e a aproximação da filosofia com estas correntes
O ser humano tem hoje maior consciência de si do que em séculos passados, o que gera mais questionamentos. Nossas decisões deixaram de ser guiadas unicamente pela lógica das circunstâncias externas, e passaram a levar em conta nosso mundo interior, nossas aspirações, nossos desejos. Cada vez mais temos notícias de pessoas que largaram carreiras bem sucedidas em termos de dinheiro e prestígio, para dedicar-se a uma vida mais simples, mas que corresponde a uma busca interior de mais tempo junto às pessoas queridas, à possibilidade de dedicar-se a um hobby, ou a outro interesse qualquer que não diretamente ligado à profissão de origem. Exemplos deste movimento são executivos que trocam os escritórios por uma pousada numa praia escondida no litoral.
Nosso eu interior, nosso mundo interno, cada vez fala mais alto e exige mais respostas. As perguntas centrais são: “Quem eu sou, afinal? O que eu quero fazer com a minha vida? O que estou fazendo?” É aí que reside a importância da Terapia Biográfica. Porque não há melhor material para entendermos o que queremos das nossas vidas do que a história de nossas próprias vidas. Nossas questões essenciais em relação a nossas vidas só podem ser respondidas no contexto da vida em si. Pouco adianta confrontar nossas questões com teorias filosóficas ou mesmo esotéricas. O que traz respostas reais são os fatos da vida que levamos até aqui, como reagimos a eles, como os criamos, como os sentimos, como os transformamos em padrões, e porque não conseguimos sair destes padrões. Estas respostas são a chave para que, através do pensamento e do sentimento, possamos agir no sentido de modificar nossas vidas, tornando-as plenas de sentido.
Através do trabalho biográfico, o participante treina um distanciamento em relação à sua própria vida, como se a visse do alto de uma montanha, como uma paisagem. Com o prosseguimento do trabalho, é preciso criar um senso de responsabilidade por sua própria biografia, depois de entender pequenas frações da sua história, saindo do lugar de vítima das circunstâncias e tornando-se senhor(a) de sua própria vida. Através deste trabalho, uma pessoa pode sair da posição de deixar as coisas acontecerem a ela e assumir a direção de sua própria vida.
Este não é um processo fácil ou mágico, do tipo “vou fazer umas atividades numa tarde, relembrar algumas coisas e tudo vai entrar nos eixos.” Não, este é um processo que pode ser longo e cansativo, e geralmente nem um pouco fácil, em que se defronta com fatos que a pessoa preferiria deixar debaixo do tapete da memória para sempre, não fossem eles causadores de tantos outros sofrimentos e padrões de comportamento dolorosos. E quando você começa a trabalhar com estes fatos e compreendê-los, você pode chegar a escolhas para o futuro, totalmente baseadas na sua biografia. Esta é a essência da Terapia Biográfica: unir o passado, o presente e o futuro ao redor da questão de cada um, para que a pessoa possa tomar a vida em suas próprias mãos.
Marcelo Guerra
Publicado em 04 Aug, 2008 sob o(s) tema(s) comportamento |
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A Universidade de Nottingham fez um estudo acerca das coisas simples da vida, aquelas coisas que trazem felicidade às nossas vidas e daqueles que nos rodeiam.
Poderia chegar-se à conclusão que a felicidade estava relacionada com o dinheiro, ou seja, quanto mais dinheiro tivermos e gastarmos, mais felizes seremos. No entanto, as conclusões foram exactamente as contrárias. As coisas mais simples da vida são gratuitas ou custam pouco dinheiro.
Exemplos dessas coisas simples são:
* Barras de chocolate
* Longo banho de imersão
* Dormir uma sesta a meio da tarde
* Um passeio no parque
Descobriram também que além de nos fazerem mais felizes, estas experiências são mais duradouras e têm maior impacto na sensação de bem-estar com a vida.
Provavelmente daqui a vinte anos, quando se lembrar que tinha um telemóvel de última geração, não irá ter nenhum sentimento especial e talvez nem esboçar um sorriso, porque são experiências materiais que passam assim que o factor novidade desaparece. Por outro lado, irá com certeza lembrar-se para toda a vida, de algumas conversas que teve com os seus familiares ou amigos, como por exemplo a notícia de um nascimento ou de um jantar especial.
As coisas simples da vida e o dinheiro
Uma das comparações que foi feita neste estudo analisou o nível de felicidade entre um grupo de vencedores de jackpot na lotaria com um outro grupo normal. Foi usada uma escala de satisfação com a vida (desenvolvida pela Universidade de Illinois).
Aos inquiridos foi perguntado como se definiam nestas escaladas em relação aos vários aspectos da sua vida, qual a disposição demonstrada e como tratavam do sentimento interiormente.
A surpresa dos resultados demonstrou que não eram os carros topo de gama e as jóias que aumentavam o nível de felicidade dos novos milionários. O que lhes traziam mais alegria era ouvir música, ler um livro ou beber uma garrafa de vinho num ambiente descontraído.
No estudo, os vencedores da lotaria eram mais felizes que o outro grupo de controlo, 95% comparado com 71%. Então as Universidades estudaram que tipo de presentes eles davam a si próprios que pudessem explicar esta diferença. Compararam actividades gratuitas, como passeios e sestas, com actividades caras como viagens ao estrangeiro.
A investigação demonstrou que, nos dois grupos, as pessoas mais felizes eram as que faziam as coisas simples da vida, como nadar e tomar banhos de imersão. As pessoas menos felizes eram aquelas que utilizavam o dinheiro para comprarem frequentemente muitos DVDs ou muitos jantares fora de casa.
Conclusões do estudo das coisas simples da vida
Algumas das conclusões do estudo foram:
* Comprar carros de luxo ou deixar de trabalhar e fazer uma viagem para paragens exóticas, não está ao alcance da maioria das pessoas, por isso devemos aprender os pequenos truques simples da vida com as pessoas que se consideram mais felizes na sociedade.
* Passar tempo a relaxar é o segredo para uma vida feliz. São as coisas simples da vida, que não custam dinheiro mas que causam maior impacto e que fazem diferença na nossa vida. Mesmo que não tenhamos dinheiro para as coisas materiais que desejamos.
Publicado em 03 Aug, 2008 sob o(s) tema(s) comportamento, criança |
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Josy Fischberg, O Globo
RIO - Os pais podem dar a definição que quiserem para a televisão: babá eletrônica, janela para o mundo, mal necessário, praga, inimiga - isso só para citar algumas. Mas todos eles ainda estão longe de respostas concretas quando tentam definir “certo” e “errado” na programação que seus filhos vêem. Bia Rosenberg, que dirigiu e escreveu atrações para o público infanto-juvenil na TV Cultura há mais de duas décadas, ouviu, por anos, perguntas, questões e dúvidas de gente grande preocupada com gente pequena em frente à televisão. Juntou tudo e o resultado é o livro “A TV que seu filho vê” (Panda Books), lançado semana passada.
Estão ali alguns dos motivos que levam as crianças a verem televisão (hábito, escapismo, companhia, aprendizado, fantasia); verdades e mentiras sobre a TV (engorda? estimula o consumo? programas violentos podem afetar a forma como a criança compreende a vida?); como se vê TV em cada etapa da infância; o que fazer com crianças que consomem programação para adultos; entre outros.
A seguir, alguns trechos do livro:
“A partir dos 7 anos, as crianças começam a interessar-se pela programação adulta. Se seu filho assiste a minissérie carregadas de conotações sexuais ou a filmes de ação exibidos após as 22h, se ele gosta de ver telenovelas de fim de tarde, como adulto você vai negociar uma mudança de hábitos com ele. Ou, alternativamente, vai começar a ver com seu filho aos programas que ele gosta, para poder atuar como orientador (…)”
”Para que seu filho se torne um telespectador moderado e consciente, você também precisa ser. Não adianta propor a seu filho atitudes e mudanças em relação à TV se você nâo adotar os mesmos critérios de consumo equilibrado. A melhor dieta de TV para seu filho pode resumir-se apenas a dar o exemplo”.
”(…) o bom programa é aquele que diverte e, sempre que possível, introduz conceitos que completam a formação da criança. O programa de qualidade é aquele que é atraente para seu filho e ao mesmo tempo o ajuda a crescer, compreendendo melhor a si mesmo ou ao mundo”.
”De acordo com a Associação Norte-Americana de Pediatria, cada hora de programação infantil contém aproximadamente vinte atos violentos. Segundo outra estatística norte-americana, quem chega à idade de 12 anos terá visto na TV aproximadamente 20 mil assassinatos e 80 mil mortes de origens variadas”.