<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tecendo a Própria Vida &#187; destino</title>
	<atom:link href="http://terapiabiografica.com.br/blog/category/destino/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://terapiabiografica.com.br/blog</link>
	<description>Arte, Palavras e Carinho</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Jul 2010 13:04:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Workshops de Terapia Biográfica em abril e maio</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2010/02/18/workshops-de-terapia-biografica-em-abril-e-maio/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2010/02/18/workshops-de-terapia-biografica-em-abril-e-maio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 11:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=312</guid>
		<description><![CDATA[Existem várias formas de iniciação, baseadas em ensinamentos de diversos mestres e tradições, mas nenhuma tão sensível a realizar mudanças em nossas vidas quanto a compreensão da própria biografia. Este é o significado de “resgatar o passado”, obter o entendimento &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2010/02/18/workshops-de-terapia-biografica-em-abril-e-maio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2010/02/18/workshops-de-terapia-biografica-em-abril-e-maio/">Workshops de Terapia Biográfica em abril e maio</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://daoterapias.com.br/wp-content/uploads/2010/01/retratos-e-borboletas-poster01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-540" title="retratos-e-borboletas-poster01" src="http://daoterapias.com.br/wp-content/uploads/2010/01/retratos-e-borboletas-poster01.jpg" alt="" width="342" height="300" /></a></div>
<div>Existem várias formas de iniciação, baseadas em ensinamentos de diversos mestres e tradições, mas nenhuma tão sensível a realizar mudanças em nossas vidas quanto a compreensão da própria biografia. Este é o significado de “resgatar o passado”, obter o entendimento da história que vivemos até agora, para perceber que o nosso <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> hoje é determinado em grande p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> por esta história, que não pode ser mudada, mas compreendida. Neste ponto, o momento presente deixará de ser governado por padrões de <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> nem sempre agradáveis.</div>
<div id="_mcePaste">Viver o presente muitas vezes pode significar repetir padrões criados no passado. Esses padrões são inconscientes e geralmente nos damos conta deles justamente quando olhamos para trás. Vemos várias situações que, no momento em que acon<a href="/category/tecer/" title="View all posts filed under tecer">tecer</a>am, pareciam tão originais, revelarem-se as mesmas, mas com personagens diferentes. Resgatar o passado é justamente tirar a sua vida de lá e trazê-la para o presente, deixando de ser refém do que passou, repetindo padrões que já não cabem mais.</div>
<div id="_mcePaste">A Terapia Biográfica enfatiza a responsabilidade pessoal pela própria vida. Longe da ideia do “homem que se faz sozinho”, mostra que é preciso também reconhecer as ajudas que recebemos (mesmo quando elas vieram disfarçadas de obstáculos no caminho). Devemos ter consciência do que conquistamos por nossas iniciativas.  Desta maneira, a sua própria história torna-se o seu grande mestre. E assim você pode viver o agora plenamente!</div>
<div id="_mcePaste">É preciso perceber e separar os galhos da árvore da sua vida que ainda podem frutificar daqueles que precisam ser podados, para que o restante da árvore readquira o vigor. A Terapia Biográfica ajuda nesse processo. Ela é fruto dos tempos em que vivemos, em que cada um de nós busca compreender-se melhor como indivíduo e afirmar seu papel na <a href="/category/comunidade/" title="View all posts filed under comunidade">comunidade</a> em que vive.</div>
<div id="_mcePaste">A síntese da programação é a seguinte:</div>
<div>
<ul>
<li>informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;</li>
<li>contato com o próprio corpo: danças circulares;</li>
<li>contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;</li>
<li>reflexão individual: a escrita da vida;</li>
<li>reflexão em grupo: contando a própria história;</li>
<li>eu hoje: identificando a minha pergunta;</li>
<li>pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.</li>
</ul>
</div>
<h2>Coordenação:</h2>
<h3><strong>Rosângela Cunha</strong></h3>
<div id="_mcePaste">Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica</div>
<h3>Marcelo Guerra</h3>
<div id="_mcePaste">Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico</div>
<div id="_mcePaste">Formados pela  Escola Livre de Formação Biográfica de Minas Gerais</div>
<div id="_mcePaste">(Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)</div>
<h2>Locais, datas e preços:<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">(Os preços incluem hospedagem em quartos individuais, com alimentação completa durante o período do workshop, os materiais utilizados, os custos com divulgação e os honorários dos coordenadores.)</span></h2>
<h4>Em Itatiba (SP), na Fazenda Pereiras, de 29 de abril a 2 de maio de 2010.</h4>
<div>
<div id="_mcePaste">R$900,00 ou 4XR$225,00</div>
<div id="_mcePaste">Preço especial para quem se inscrever até 15 de março de 2010: R$800,00 ou 4X R$200,00</div>
</div>
<h4>Em Juiz de Fora, no Seminário da Floresta, de 13 a 16 de maio de 2010.</h4>
<p>R$1050,00 ou 4XR$262,50</p>
<p>Preço especial para quem se inscrever até 28 de fevereiro de 2010: R$800,00 ou 4X R$200,00</p>
<p>Preço especial para quem se inscrever até 15 de abril de 2010: R$900,00 ou 4X R$225,00</p>
<h2><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Escreva para <a href="mailto:rosangela@terapiabiografica.com.br">rosangela@terapiabiografica.com.br</a> ou <a href="mailto:marceloguerra@terapiabiografica.com.br">marceloguerra@terapiabiografica.com.br</a> para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:</span></h2>
<div id="_mcePaste">(11)6463-6880, (21)7697-8982 ou (22)9254-4866, Marcelo</div>
<div id="_mcePaste">(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: center;">VAGAS LIMITADAS A 10 PARTICIPANTES POR WORKSHOP</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: center;">Reservamo-nos o direito de não oferecer o workshop, caso não haja número mínimo de inscritos.</div>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2010/02/18/workshops-de-terapia-biografica-em-abril-e-maio/">Workshops de Terapia Biográfica em abril e maio</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2010/02/18/workshops-de-terapia-biografica-em-abril-e-maio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O MESTRE ECKHART: MÍSTICA   E   ESCOLÁSTICA</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/09/12/o-mestre-eckhart-mistica-e-escolastica/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/09/12/o-mestre-eckhart-mistica-e-escolastica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 22:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=298</guid>
		<description><![CDATA[Também na alta escolástica, espiritualidade do intelecto e do coração — a mística, andam juntas. E esta não é, como muitas vezes se crê, um domínio totalmente diferente, mas algo de conexo e aparentado. Assim, se as Sumas desenvolvem mais &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/09/12/o-mestre-eckhart-mistica-e-escolastica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/09/12/o-mestre-eckhart-mistica-e-escolastica/">O MESTRE ECKHART: MÍSTICA   E   ESCOLÁSTICA</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-299" title="Mestre Eckhart" src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/m_4a6b85ee82e0d471a5978e9e65d536d6.jpg" alt="Mestre Eckhart" width="167" height="204" /><br />
Também na alta escolástica, espiritualidade do intelecto e do coração — a mística, andam juntas. E esta não é, como muitas vezes se crê, um domínio totalmente diferente, mas algo de conexo e aparentado. Assim, se as Sumas desenvolvem mais largamente só o método racional, isso o foi por motivos didáticos e não significa não fosse possível, na realidade, uma unidade viva entre pensamento conceptual e sentimento religioso. Exatamente com Echardo, o místico por excelência, pode-se ver como &#8220;’escolástica. e mística em substância concordam” (B. Seeberg). Para conhecermos a escolástica devemos conhecer Echardo, e para conhecermos Echardo é mister conhecer a escolástica.</p>
<p>V i d a</p>
<p>Mestre Echardo (Meister Eckhart — 1260-1327), originário dos Echardos de Hackheim, foi membro da ordem dominicana, estudou em Paris, veio a ser Mestre em teologia, ocupou mais tarde uma posição de relevo na sua ordem visitando, por isso, vários conventos. Nessa ocasião fez aquelas prédicas que o celebrizaram e contribuíram para o desenvolver-se de um novo movimento místico. Por curto tempo ensinou em Paris e, ao fim de sua vida, também em Colônia. Nos últimos anos levantaram-se dúvidas sobre a ortodoxia, em matéria de fé, dos seus escritos. Eram procedentes, p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, dos franciscauos, p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, da sua própria ordem. O arcebispo de Colônia dirigiu o processo eclesiástico contra ele. Echardo defendeu-se e apelou ao Papa (o escrito da defesa foi descoberto e é rico de informações sobre a conduta do Mestre). Dois anos depois da sua <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> teve, não obstante o processo, lugar a condenação de 2S teses da sua doutrina. A Igreja na sua sentença reconheceu expressamente ter sido o Mestre bona fide Nenhuma resistência ofereceu Echardo contra a Igreja.   No  escrito  da sua defesa  está dito:   &#8220;Tudo quanto nos meus escritos e palavras é falso, sem ter eu disso ciência, estou sempre pronto a ceder a um melhor sentido… Pois errar posso eu, mas ser herege, isso não o posso; pois errar é do intelecto, mas ser herege é por vontade&#8221;.</p>
<p>Obras</p>
<p>A maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das obras de Echardo são em latim e versam questões teológico-filosóficas. A obra principal é o incompleto Opus tripartitum. Vêm depois as Quaestiones Parisienses. Muita cousa ainda está inédita. Enquanto não se publicar tudo não se pode fazer juízo definitivo sobre Echardo. Entre as obras em alemão se colocam em primeiro lugar as suas Prédicas. Conservam-se em cópias. — Edições: J. Quint, Die Überlieferung der deutschen Predigten Meister Eckharts (1932). A edição de Pfiffer (1857) é defeituosa. A tradução von Büttner é reconhecidamente má. Em via de publicação: Magistri Echardi. opera latina. Ed. Instit. S. Sabinae in urbe, Leipzig (1934 ss.); e Meister Eckhart. Die lateinische und deutschen Werke, Ed. feita por ordem da Deutsche Forschungsgemeinschaft, Stuttgart (1936 ss.).</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>O. Karrer, Meister Eckart. Das System seiner religiösen Lehre und Lebensuceisheit. Textbuch aus den gedruckten Quellen, mit Einführimg (1926). M. Grabmann, Neu aufgefundene Pariser Quaestionem Meister Eckharts und ikre Stellung in seinem geistigen Entwicklungs-gange. (Abhandlugen der Bayr. Akad. der Wissenschaften, München, 1927). G. Della Volpe, II misticismo speculativo di maestro Eckhart nei suoi rapporti storici (1930). Al. Dempf, Meister Eckhart (1934). Herma Piesch, Meister Eckharts Ethik (1985). W. Bange, Meister Eckarts Lebre vorn gòttlicheii und geschopflichen Seiti (1987). H. Eeelixg, Meister Eckharts Mystik (1947). Studien num Mythus des 20. Jahrhunderts   (1934).</p>
<p>a)    Bases   espirituais</p>
<p>?) Neoplatonismo. — É necessário, sobretudo com Echardo, indicar as bases do seu pensamento. É, primeiro, o neo-platonismo e o seu círculo de idéias, como Echardo o recebeu dos  Padres,  sobretudo  de  Agostinho,  do  PseudoDionísio,  de Máximo Confessor; e, depois, de Eriúgena, da escola de Chartres, da filosofia árabe, do Liber de causis, do de intelligentiis e, mais que tudo, de Alberto e da sua escola.</p>
<p>?) A escolástica. — Mas tão decisivo, ao menos, para o pensamento de Echardo é a teologia escolástica, principalmente Tomás de Aquino. Basta lançar um olhar sobre os lugares aduzidos no Textbuch de Karr, para logo verificar essa influência, pelas muitas citações de Tomás. Também o Comentário das Sentenças, reeém-descoberto por .T. Ivoch, move-se nessa mesma linha. Muita cousa, que intérpretes mal informados de Echardo tomaram como panteísmo e arrogância nórdica, é patrimônio da doutrina escolástica da Trindade, da graça e da especulação sobre o togou que, passando pelos Padres, se estende até Pilo Judeu.</p>
<p>?) A mística. — E finalmente Echardo vive da mística, dos Victorinos, de Roberto de Deutz, Bernardo de Claraval. Também daquela coerente mística que, nos claustros alemães dos sécs. 12 e 13, constituíram um intensíssimo movimento espiritual, e de que são representantes notáveis Hildegarda de Bingen, Gertrudes a Grande, Matilde de Magdehurgo, Matilde de Hackeborn e outras. Conforme o mostra o projeto de reforma franciscana, no concilio lugdunense de 1274, esses círculos místicos sempre se ocuparam com a especulação escolástica. A influência de Echardo, nos claustros de religiosas, não foi a única a propulsionar essas aspirações. Sabemos, pelas obras dos místicos alemães, recém-descobertas por Grabmann, que também João de Sterngassen, Gerardo de Sterngassen, Nicolau de Estrasburgo e as suas místicas se fundam em Tomás. Aqui a escolástica, que penetra essa mística, não é, como se pensou, um &#8220;rolo laminador que esmagou o sentido religioso até laminá-lo e extingui-lo&#8221;.</p>
<p>b)    Deus</p>
<p>?) Deus como pensamento puro. — Na doutrina de Deus Echardo sobretudo põe em relevo que, sobre Deus, sempre devemos dizer antes o que ele não é, que o que é. Por isso o designa como puro de qualquer elemento criado. Como o diria um absoluto idealista? Mas também Aristóteles, que Echardo conhece muito bem, assim caracterizou Deus; e Tomás diz igualmente que em Deus intelecto e essência se identificam; e para Alberto Deus é o intellectus universalites agens, produzindo, como tal, a primeira Inteligência. Donde o poder dizer Echardo, como o prólogo do Evangelho de S. João, que, pelo Verbum, que é um verbum mentis, tudo foi feito. Por onde se vê que as atribuições da teologia negativa, como já o tinha percebido o PseudoDionísio, encerram contudo um conhecimento de valor positivo.</p>
<p>?) Deus como plenitude do ser. — Deus é, assim, a plenitude do ser; todo ser dele procede. &#8220;É sem dúvida o terem dele o ser todos os seres, como tudo quanto é branco pela brancura o é&#8221; (Qu. Par. pág. 11, Meiner). Ou: &#8220;Deus tudo criou, não no sentido de as criaturas existirem fora ou ao lado dele, como se dá com as obras dos artífices; mas Deus chamou todas do nada, do não-ser, para o ser, de modo que todas nele o achassem, recebessem e tivessem&#8221;’ (1. c. 16).</p>
<p>??) O ser como idéia. — Agora vemos em que sentido Deus é a plenitude do ser: ele encerra as idéias de todos os seres; criando-os, cria o ser e, em tanto, é imanente ao ser. Aqui revive a velha doutrina das Idéias, mas sem ter a imanência nenhuma acepção panteísta. As Idéias existem por participação e é muito exato que o ser colocado no espaço e no tempo o é por participação. Pelo que acaba de ser dito se conclui que Deus é pensamento e pensar, não ser; pois, é o Logos, expressivo das idéias, ao passo que &#8220;ser&#8221; deve designar o criado. Mas se se tomar o &#8220;ser&#8221; pela essência metafísica, pela Idéia das cousas, então Deus, como a origem e a plenitude das Idéias, é o ser absoluto e, nesse sentido, Echardo designa Deus como o ser (1. c. 7, 17).</p>
<p>??) As Idéias e o Filho de Deus. — O pensamento predileto de Echardo é o de identificar as Idéias com o Filho de Deus. &#8220;Ele é o Verbo do Pai. Com a mesma palavra o Pai se exprime a si mesmo, toda a natureza divina e tudo o que Deus é, assim como o conhece e o conhece tal como ele é… Exprimindo o Verbo, exprime-se a si mesmo e todas as cousas numa outra Pessoa e lhe dá a mesma natureza que ele já tem; e exprime todos os espíritos dotados de razão, nesse verbo, como a imagem, i. é. o, de conformidade com a Idéia, essencialmente igual, na medida em que a imagem e interior, imanente&#8221;  (1. Pred., ed. Quint, pág. 15, 9).   Aqui há um certo vacilar do pensamento; pois Eckhardo, continuando, acentua fortemente o ser criado da Idéia, a sua &#8220;iluminação&#8221;, portanto a sua participação. (Também no Areopagita o pensamento da participação serve para exprimir o ens ab alio). Mas o Filho, segundo a teologia de Echardo, não pode ser criado. Ora, tomando-se a filiação das Idéias literalmente, como os teólogos escolásticos estavam habituados a fazê-lo, surge logo o perigo de dissipar-se a distinção entre Deus e o mundo. Mas talvez não se deve tomar em sentido literal o que foi intencionado apenas como imagem e com o fim especial de o tornar sensível.</p>
<p>?) A existência de Deus. — Podemos tocar com as mãos o platonismo cristão do nosso Mestre, quando indaga se Deus existe. A sua resposta é a seguinte: &#8220;O ser é o ser de Deus&#8221; (esse est essentia Dei sive Deus; igitur Deum esse, verum aeternum est; igitur Deus est: Quaest. Par.; pág. 14, 1 ss.). Assim como as cousas brancas não são brancas sem a brandira, assim as cousas existentes não existem sem Deus (13, 10). Sem ele o ser seria nada. Ainda uma vez, isto não é panteísmo, mas a aplicação ao mundo existente da idéia da ???????. Mas como? De um lado adverte Echardo, apoiado na teoria das Idéias, que as cousas existem em Deus e Deus nelas, só quanto ao seu ser &#8220;essencial&#8221;, i. é, ideal, exemplar. Mas agora ouvimos que também o ser espácio-temporal participa de Deus; pois, quando fala da existência é isso o que pensa. Mas de fato não é assim; mas então de novo faz ele realçar nas cousas o ser essencial, ideal ou propriamente ser e, neste sentido, Deus lhes é imanente. Vê ele o mundo com os olhos de Platão. E quando pensa no ser colocado no espaço e no tempo, como tal, dá-lhe então claramente o nome de criatura, e esta é &#8220;mortal&#8221;.</p>
<p>c)    O    bem</p>
<p>?) Fim da Ética. — Echardo revela bem o que é quando vem a tratar de questões éticas. O que neste domínio ensina é uma doutrina da perfeição cristã; e o que aí sobretudo lhe importa é impregnar a vida desse ideal, a tal ponto, que se torna por sua vez gerador de vida. Quer ele ser mestre não de ler, mas de viver. A prática lhe é mais importante que a teoria.    &#8220;Assim, é melhor dar de comer a quem tem fome, do que entregar-se a uma prolongada contemplação interna. E fosse alguém arrebatado como S. Paulo e soubesse de um doente necessitado do seu auxílio, eu julgaria muito melhor que deixasse por <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> o êxtase e servisse o necessitado com <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> tanto maior&#8221;. O seu pensamento é aqui uníssono com o do seu grande confrade Tomás de Aquino: &#8220;S. Tomás ensina que sempre o <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> ativo vale mais que o contemplativo, quando o <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> ativo dissemina o que colheu na contemplação&#8221; (Karrer, 1. c. 390 ss.).   A ética de Echardo obedece ao lema —   &#8220;unidade com o ser uno&#8221;. Isto quer dizer participação <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osa e cognitiva do supremo bem e da sua perfeição. Praticamente significa conformidade do nosso pensamento e vontade com Deus. Evidentemente, por <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> do supremo bem e da perfeição objetiva como tal. Echardo é um moralista de intenção normativa e não precisa ser purificado da tacha de nenhuma moral interessada.</p>
<p>?) Via para a perfeição. — A via para esta unidade é a do nascimento de Deus no homem. Esta idéia muitas vezes versada é a idéia central de toda a filosofia do Mestre. Podemos distinguir um duplo nascimento.</p>
<p>??) O nascimento de Deus como morada do Espírito Santo. — Uma não é outra, senão o que a teologia escolástica sempre denominou a habitação do Espírito Santo na alma do justo. A doutrina da graça já tinha, apoiada na Bíblia, assinalado que a graça de Cristo nos torna filhos de Deus, templos do Espírito Santo, onde Deus tem a sua morada; a expressão para o significar, de que agora Echardo se serve é &#8220;ser nascido&#8221;. Como este nascimento de Deus constitui uma doação e uma graça, não pode haver aqui nada de panteísmo.</p>
<p>??)    A geração  de Deus como geração íntima trinitária.</p>
<p>—   Mas Echardo conhece um segundo nascimento: é quando diz que a alma é o lugar desse nascimento divino que se processa e completa em Deus mesmo desde a eternidade. &#8220;O Pai gera o Filho como seu igual… Mas digo ainda mais: Ele o gerou na minha alma… Nesta geração espiram o Pai e o Filho o Espírito Santo… Tudo o que o Pai pode realizar ele gera no Filho a fim de o Filho o gerar na alma… Assim a alma se torna uma divina morada da eterna divindade&#8221; (Pfeiffer, 205, 165, 215).   Mas se esta geração trinitária íntima se consuma na minha alma, então Echardo acrescenta conseqüentemente: &#8220;Eu sou uma causa de Deus ser o que é; pois se eu não existisse não existiria Deus&#8221; (PfeifFer, 2S3). Afirmação esta ótima a provocar uma errônea interpretação panteísta! Mas o em que Echardo pensa é na idéia de nós mesmos, no &#8220;modo não-gerado pelo qual somos eternos e devemos perdurar eternos&#8221; (1. c). &#8220;Pois se a criatura não existia em si mesma, como agora, é que existia antes do começo do mundo em Deus e na sua mente&#8221; (Pfeiffer, 488). Todas as cousas existem em Deus sob essa forma ideal de ser; mais imediatamente em Deus Padre: &#8220;No centro da Paternidade… existem todas as folhinhas de relva, a madeira e a pedra e todas as cousas&#8221; (PFeifFer, 332). Aqui reaparecem as praeconceptiones divinae, a &#8220;realidade preconcebida&#8221;, como se exprime Echardo na seqüela do PseudoDio-nísio; em suma, todo o mundus intelligibilis. E se Deus gera o Filho como seu Verbo, em quem ele se exprime com todas as realidades nele inclusas; ou, como &#8220;a imagem e, portanto, como o seu ser eterno que nela está, que é a sua forma permanente em si mesmo&#8221; (1. a), então somos &#8220;nós&#8221; evidentemente a causa de Deus. Mas essa cansa não é o nosso nós criado, senão a idéia do nosso eu existente na mente divina, nem mais nem menos do que nele existem todas as demais idéias constitutivas da essência de Deus. Nada disto nos deve admirar, pois tudo não passa de uma aplicação das especulações sobre o Logos, tradicionais desde Eilo. Para a ética de Echardo estas idéias assumem grande importância, pois delas resultam para cada homem uma imagem em Deus, um eu eterno e, melhor, um ego archetypus, nossa medida e nossa lei eterna. Isso debuxa um leito para a corrente dos atos do nosso ser pessoal e da nossa vida, que a reconduz ao oceano da divindade donde ela outrora derivou.</p>
<p>??) Scintilla animae. — Mas como se manifesta em nós esse mundo das idéias e do eu ideal existente no Verbo eterno? Echardo diz: temos um acesso imediato para ele na scintilla animae, ou castelo da Alma ou arca mentia, como também lhe chama. Muito se escreveu a este respeito, talvez muito inutilmente, o que também não é para admirar. Mas o decisivo nisso tudo é a idéia da participação. Echardo sabe o que há de divino no homem. Crê com Agostinho, que Deus nos é mais íntimo que nós mesmos. Esta palavra de Agostinho deveria ter sido a melhor elucidação da scintilla animae.</p>
<p>Mas Echardo conhece também a diferença entre o humano e o divino. Por isso declara ao escrito da sua defesa: Se a alma fosse apenas isso, então seria incriada. Mas participando de Deus, nela permanece o divino, a scintilla animae; é pois criada, por participar de Deus e não ser divina. Na linguagem do Aquinate isto quereria, mais rigorosamente, significar a Synteresis ou o habitus principiorum (cf. sup. 158 s.); na da filosofia moderna dos valores, o sentimento do valor. É esse o ponto em que o homem, meio-termo entre dois mundos, tem a consciência de ser algo pertencente a Deus por uma autêntica participação.</p>
<p>??) Cristo — Uma segunda e mais intuitiva via para o nosso melhor eu, Echardo a encontra em Cristo, em quem o Verbo se fez carne. Ambos esses caminhos também os trilharia o CUSANO, que os aprendeu de Echardo.</p>
<p>d)    I n f 1 u ê n c i a</p>
<p>Echardo veio a ser o que realmente queria ser — um mestre na vida. Suas idéias encontram acolhida no mais amplo círculo de pessoas. Sua ordem, evitando-lhe as proposições censuradas, prosseguiu, com muitos dos seus membros, na mesma linha do seu espírito. Os dois mais importantes foram os seguintes. JOÃO Tauder (+ 1361) em torno de quem se reuniram os amigos de Deus, seculares e regalares atraídos pela mística, sobretudo nós conventos renanos de religiosas; a sua força de vontade e de vida interior produziu ainda impressão sobre Lutero. Depois, Henríque Suso (+ 1366), o cantor da eterna sabedoria; nele especulação e sentimento mutuamente se fecundam, como é típico da mística escolástica. Na linha mística de EChardo se colocam além disto a Teologia alemã escrita por Lutero e as obras de João RUSbróquio (João van Ruysbroek) (+ 1381), cujo discípulo, Geegroote fundou a Congregação dos Irmãos da Vida Comum.  Num dos seus conventos, em Deventer, foi educado o jovem<br />
NlCOLAU DE CUSA.    No  Século 19 FRANCISCO VON BaaDER de novo chamou   a  atenção  para   Echardo,   como   o  espírito  central da mística medieval.   Hegel então o exaltou como o herdeiro da especulação&#8221;’.   A descoberta das suas obras latinas por H. DeNifle rasgou novos horizontes para as investigações  modernas sobre ele.</p>
<p>Fonte:  HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA, Johannes HIRSCHBERGER</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/09/12/o-mestre-eckhart-mistica-e-escolastica/">O MESTRE ECKHART: MÍSTICA   E   ESCOLÁSTICA</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/09/12/o-mestre-eckhart-mistica-e-escolastica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transformando o destino com as próprias mãos</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/03/17/transformando-o-destino-com-as-proprias-maos/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/03/17/transformando-o-destino-com-as-proprias-maos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 14:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=213</guid>
		<description><![CDATA[A coleguinha Itala Maduell mistura ficção e vida real, numa excelente reflexão em torno de um brasileiro admirável e um filme premiado. Não deixe de ler. O milionário, o escriturário e a chuva Itala Maduell &#8220;Quem quer ser um milionário?&#8221;, &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/03/17/transformando-o-destino-com-as-proprias-maos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/03/17/transformando-o-destino-com-as-proprias-maos/">Transformando o destino com as próprias mãos</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-214" title="ubirajara" src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/ubirajara-300x200.jpg" alt="ubirajara" width="300" height="200" /></p>
<p>A coleguinha Itala Maduell mistura ficção e vida real, numa excelente reflexão em torno de um brasileiro admirável e um filme premiado. Não deixe de ler.</p>
<p>O milionário, o escriturário e a chuva</p>
<p>Itala Maduell</p>
<p>&#8220;Quem quer ser um milionário?&#8221;, o filme campeão do Oscar, conta a saga do indiano Jamal Malik, um simpático vira-latas, simples garoto do chá de uma empresa de telemarketing, marcado pela infância sofrida da favela, sobrevivente de tragédias cotidianas, sustentado por golpes e biscates, que, da noite para o dia, passa a homem do milhão, ao vencer um programa de perguntas e respostas da TV usando apenas o que aprendeu na rua da amargura. Sorte dele. Sabia as respostas.</p>
<p>A história do brasileiro Ubirajara Gomes da Silva tem alguma semelhança com a do protagonista da ficção. Filho de militar com garçonete, não conheceu nenhum dos dois. Cresceu num orfanato e, depois, na casa da avó com quatro irmãos. Aos 15, saiu de casa, fugindo de maus-tratos. Por 12 anos dormiu em bancos de praça de Recife. Vivia de pequenos bicos. Foi auxiliar de pedreiro, contínuo, biscateiro. Fazia uma refeição por dia, tomava banho no Mercado Público. Até que, aos 27, ficou famoso &#8211; não tanto quanto o indiano alçado a celebridade, mas o suficiente para ser notícia nos jornais, reconhecido nas ruas de Recife, homenageado na Assembléia Legislativa e indicado como cidadão que Faz Diferença, em prêmio do Globo.</p>
<p>O feito do brasileiro foi ter se metido a fazer &#8211; e ter passado &#8211; em quatro concursos públicos. Foi aprovado para o IBGE, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), o Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe) e o Banco do Brasil. Neste último, Ubirajara disputou a vaga com 19 mil pessoas. Acertou 116 das 150 questões da prova. Mérito dele. Sabia as respostas.</p>
<p>O primeiro emprego de c<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>ira assinada da sua vida é o de escriturário. E assim Ubirajara passou à casta superior dos cidadãos com carreira sólida e estabilidade &#8211; o sonho dourado de milhares de brasileiros, que lotam as salas dos cursinhos preparatórios.</p>
<p>Criados na porção miserável de seus países, sem pai nem mãe, à beira da marginalidade, ambos foram capazes de mudar seus <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>s. Suas traumáticas experiências de vida motivaram a virada. Mas, enquanto na fantasia o indiano tira a sorte grande por desígnio de Ganesha &#8211; o deus do conhecimento, aquele que remove os obstáculos -, na vida real Ubirajara chega lá por mérito próprio, por abnegação. O morador de rua terminou o ensino médio fazendo supletivo noturno e se preparou para os concursos pesquisando em bibliotecas públicas e em sites na internet, que acessava de lan houses.</p>
<p>Tal como Ubirajara no banco da praça, p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> significativa dos alunos da rede pública de ensino nacional está ao relento, literalmente sob a intempérie, como mostrou reportagem do GLOBO no domingo. Livros, c<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>iras e mesmo alunos são amontoados sob chuva e sol em corredores ou galpões insalubres. Falta teto onde os brasileiros deveriam ter a chance de &#8220;sair da chuva&#8221;, de ter assegurado o direito a ser alguém na vida. Que Ganesha os proteja.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/post.asp?t=o-filme-da-vida-real&amp;cod_Post=169301&amp;a=98" target="_blank">Ancelmo.com, O Globo</a></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/03/17/transformando-o-destino-com-as-proprias-maos/">Transformando o destino com as próprias mãos</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2009/03/17/transformando-o-destino-com-as-proprias-maos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tecendo o fio do destino &#8211; versão 2009</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/12/13/tecendo-o-fio-do-destino-versao-2009/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/12/13/tecendo-o-fio-do-destino-versao-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 21:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[niterói]]></category>
		<category><![CDATA[nova friburgo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=174</guid>
		<description><![CDATA[Cada um de nós nasce com um destino, não como um livro previamente escrito em que cada ato nosso está previsto, mas como uma missão a nós confiada. Isto faz com que a vida tenha um sentido e, muitas vezes, &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/12/13/tecendo-o-fio-do-destino-versao-2009/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/12/13/tecendo-o-fio-do-destino-versao-2009/">Tecendo o fio do destino &#8211; versão 2009</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/tear_video05.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-178" title="tecendo" src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/tear_video05.jpg" alt="" width="150" height="112" /></a><br />
Cada um de nós nasce com um <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>, não como um livro previamente escrito em que cada ato nosso está previsto, mas como uma missão a nós confiada. Isto faz com que a vida tenha um sentido e, muitas vezes, sofremos com angústia ou depressão por não percebê-lo claramente. Os fatos de nossas vidas estão aí para que encontremos o Fio do Destino que, junto com o nosso livre arbítrio, tece os acontecimentos tanto no nosso mundo interior quanto na nossa vida nas <a href="/category/comunidade/" title="View all posts filed under comunidade">comunidade</a>s em que vivemos.<br />
Este curso tem o objetivo de buscar o fio do <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> de cada um, desembaraçá-lo, tecê-lo de forma diferente, mais confortável, mais de acordo com o sentido que queremos dar para nossas vidas. Para isso trabalharemos com fatos de nossas próprias vidas. Este trabalho será feito com palavras e <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, como aquarela, modelagem em argila, <a href="/category/trico/" title="View all posts filed under tricô">tricô</a>, desenho, contos de fadas, vídeos, teatro, etc. Ninguém precisa ser artista para participar, é claro. Porém será uma oportunidade de apropriar -se da sua obra mais importante: a sua história, tornando-se dono e artífice da mesma. E desta forma, acrescentar detalhes, retocar e dar acabamentos em qualquer momento da sua vida.<br />
Muitas das questões que nos colocamos hoje são percebidas de modo diferente quando as situamos no contexto mais amplo da vida toda. A troca de experiências de vida num grupo é enriquecedora e suaviza os sentimentos ligados a essas experiências. Permite identificações além de possibilitar um olhar de fora, como quando assistimos um filme, sendo testemunhas de  fatos comuns, arquetípicos, ao desenvolvimento do ser humano.<br />
Este é um workshop dividido em módulos independentes, com temas próprios, o que permite a entrada a qualquer momento, de pessoas que por algum motivo não puderam participar  dos módulos anteriores e que queiram integrar-se ao grupo.</p>
<p>Em breve, teremos a definição de datas  em que realizaremos o workshop. Fique de olho! Salve o endereço do site nos favoritos do seu navegador e nos visite. As Vagas são limitadas, e já estamos fazendo reservas.<br />
<strong>Em Niterói: </strong><a href="http://gliaculturaeaprendizagem.com.br/" target="_blank">Glia Cultura e Aprendizagem</a></p>
<p>Rua Nilo Peçanha, 142 – Ingá<br />
<strong>Em Nova Friburgo:</strong> <a href="http://daoterapias.com.br/" target="_blank">DAO Terapias<br />
</a><br />
Rua Ernesto Brasílio, 14/408 &#8211; Centro</p>
<p><strong>Coordenação: <span style="color: #ff00ff;">Rosângela de Santa Anna Cunha e Marcelo Guerra, DAO Terapias</span></strong></p>
<p><strong>Contatos e informações: </strong><br />
Rosângela: (32)8841-8660<br />
<a href="mailto:santana@terapiabiografica.com.br" target="_blank">santana@terapiabiografica.com.br</a><br />
Marcelo: (21)7697-8982 ou (22)9254-4866 (deixar mensagem de voz ou de texto)<br />
<a href="mailto:marceloguerra@terapiabiografica.com.br" target="_blank">marceloguerra@terapiabiografica.com.br</a></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/12/13/tecendo-o-fio-do-destino-versao-2009/">Tecendo o fio do destino &#8211; versão 2009</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/12/13/tecendo-o-fio-do-destino-versao-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Joseph Campbell</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 12:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[joseph campbell]]></category>
		<category><![CDATA[mitologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=133</guid>
		<description><![CDATA[http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/ Uma Entrevista com Joseph Campbell Escrito por Josenildo Marques em 24 Agosto, 2007 A entrevista abaixo foi publicada no The Goddard Journal (vol. 1, nº 4) em 9 de junho de 1968. Nela Joseph Campbell fala sobre metodologia no estudo &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/">Entrevista com Joseph Campbell</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://monomito.files.wordpress.com/2006/12/josephcampbell3.jpg" alt="Campbell" /></p>
<div style="text-align: left;"><a href="http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/" target="_blank">http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/</a></p>
<div style="display: inline; cursor: pointer; padding-right: 16px; width: 16px; height: 16px;"></div>
</div>
<h2 style="text-align: left;"><a title="Link permanente para Uma Entrevista com Joseph Campbell" rel="bookmark" href="http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/" target="_blank">Uma Entrevista com Joseph Campbell</a></p>
<div style="display: inline; cursor: pointer; padding-right: 16px; width: 16px; height: 16px;"></div>
</h2>
<div></div>
<p style="text-align: left;">Escrito por <a href="http://monomito.wordpress.com/" target="_blank">Josenildo Marques</a></p>
<div style="display: inline; cursor: pointer; padding-right: 16px; width: 16px; height: 16px;"></div>
<p>em 24 Agosto, 2007</p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana;">A entrevista abaixo foi publicada no The Goddard Journal (vol. 1, nº 4) em 9 de junho de 1968. Nela Joseph Campbell fala sobre metodologia no estudo dos mitos, <a title="Verbete da Wikipedia sobre o Hindu?smo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hindu%C3%ADsmo" target="_blank">hinduísmo </a></span>e o livro que estava para lançar: o quarto volume de <em>As Máscaras de Deus</em>, que é sobre o que ele chama de Mitologia Criativa. Esse livro ainda não foi traduzido para o português, portanto creio que minha tradução dessa entrevista, provavelmente a primeira a ser feita, possa oferecer uma boa introdução ao tema central do livro.</strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I &#8211; Em seus estudos sobre mitologia, você tem usado seu conhecimento de psicologia e psicanálise para interpretar mitos. Você acha que mais poderia ser conseguido se houvesse maior variedade de metodologias à disposição?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Sou contrário a metodologias por que acho que elas determinam o que você vai aprender. Por exemplo, o <a title="Verbete da Wikipedia sobre o Estruturalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estruturalismo" target="_blank">estruturalismo </a></span>de <a title="Verbete da Wikipedia sobre Lévi-Strauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss" target="_blank">Lévi-Strauss</a>. Tudo o que vai achar é o que o estruturalismo permitir que você ache. E um olhar aberto aos fatos que estão na sua frente vai ser impossível dessa maneira. Parece-me que assim ele se fecha para iluminações.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – É culpa da metodologia em si ou da inabilidade da pessoa para usar a metodologia como uma ferramenta de maneira mais flexível?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Sim, sem dúvida, o caminho flexível é o mais apropriado. Você tem que saber correr, andar, parar e sentar-se. Mas se quiser ficar só sentado, então vai limitar sua experiência.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">No anos 20 e 30, o <a title="Verbete da Wikipedia sobre o Funcionalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funcionalismo" target="_blank">funcionalismo </a></span>estava na moda. Você não podia fazer comparações interculturais; você tinha que interpretar tudo de acordo com o que conhecia da cultura local. Seria como examinar o apêndice no corpo humano para determinar a condição do homem moderno. Você tem que seguir sua origem e descobrir que uso tinha em tempos remotos.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;">De maneira similar, muitos dos elementos de uma cultura são vestígios de usos anteriores, de funções remotas. E esses homens, por exemplo, Radcliffe-Brown, em seu livro (que considero esplêndido) sobre os habitantes das <a title="Verbete da Wikipedia sobre as Ilhas Andamã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andam%C3%A3o_e_Nicobar" target="_blank">Ilhas Andamã</a></span>, falha em entender aqueles mitos. Eles estão todos na frente dele e sua abordagem não responde as perguntas. Tudo que tem que se fazer é um pouco de comparações e se vai descobrir que as interpretações aparecem. Ficando preso a um método, ele limita sua visão e falha na interpretação daquela cultura.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Eu suponho que a tendência a totalizar a metodologia na ciência poderia ser comparada ao processo de totalização na religião, na qual a chance de uma revelação é, de alguma maneira, diminuída se não for erradicada porque as estruturas são congeladas, os rituais são congelados. E a vitalidade, o princípio interior de vitalidade, parece ficar estultificado.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C &#8211; Bem, concordo com isso plenamente. E eu acho que essa ênfase na estrutura, neste ou naquele método, é um tipo de desdobramento do monoteísmo. E noto que estudiosos judeus são mais inclinados a isso do que os outros. Ele tem que ter apenas um modo de interpretação. Veja os marxistas e os freudianos – e agora vem o estruturalismo de Lévi-Strauss, e nada mais conta. É incrível. É só a nossa panelinha aqui e qualquer prova que não se encaixe deve ser descartada. Tenho uma teoria sobre isso…</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Lembro-me imediatamente de O Futuro de uma Ilusão de <a title="Verbete da Wikipedia sobre Sigmund Freud" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freud" target="_blank">Freud</a></span>, em que ele discursa sobre a origem do <a title="Verbete da Wikipedia sobre o Monote?smo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monote%C3%ADsmo" target="_blank">monoteísmo </a>a partir da estrutura, do pai; e sabemos que as <a href="/category/familia/" title="View all posts filed under família">família</a>s judaicas trazem isso da figura paterna. Talvez essa seja uma das raízes psicológicas para esse tipo de abordagem estreita sobre a existência.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Exato. Em Totem e Tabu, Freud diz: &#8220;Admito que não consigo explicar as religiões matriarcais&#8221;. Esqueci a página, mas está em muitas palavras.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – É algo que ele não consegue entender.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Não consegue porque o que ele está seguindo em Totem e Tabu é a horda do pai, o clã do irmão e as religiões patriarcais. Essa é a seqüência lá…Mas, e o culto à Grande Mãe?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">No início, a tradição hebraica é a tradição do guerreiro-caçador, não é a de um povo sedentário que cultiva a terra e faz comércio. Entende? E é dessa última que se origina a grande civilização: agricultura, domesticação de animais, não do caçador errante. Os caçadores são todos guiados pelo princípio masculino: é o homem que traz a comida. Os povos plantadores são guiados pelo princípio feminino: a mulher é análoga à terra, que procria e nutre. Portanto, o Dr. Freud, com seu tipo de antipatia patriarcal para com o princípio feminino, não consegue lidar com isso.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Eu sei que não se pode ter uma ação trágica sem uma causa primordial, porque sem um objetivo não há como voltar ou até mesmo uma percepção trágica como acontece com <a title="Verbete da Wikipedia sobre Édipo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dipo" target="_blank">Édipo</a></span>. Não conseguiria imaginar <a title="Verbete da Wikipedia sobre Édipo Rei" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dipo_Rei" target="_blank">Édipo Rei </a>sendo escrito por um chinês, ou não poderia imaginar algo como Édipo Rei saindo da cultura oriental. Como você explica isso?</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Tive uma experiência interessante sobre isso. Quando estava na Índia, associei-me por algum tempo a uma companhia de teatro de vanguarda em Bombai que se chamava Unidade de Teatro. Era uma companhia constituída de indianos não-hindus em sua maioria. O colega encarregado da companhia tinha origem árabe e seu associado mais próximo era um judeu indiano. Há uma antiga <a href="/category/comunidade/" title="View all posts filed under comunidade">comunidade</a> judaica na Índia. Muito dos participantes eram parsis. Adivinhe o que estavam apresentando? Estavam apresentando Édipo Rei. Eles tinham sua clientela, que já estava acostumada a assistir o que estavam apresentando. Eu os assisti quando se apresentaram a seu público em Bombai e, alguns meses depois, quando eu estava em Nova Délhi, eles chegaram e apresentaram Édipo Rei a um público totalmente hindu.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Você não acreditaria! Eu estava lá sentado, já tinha estado na Índia o tempo suficiente para entender o ponto de vista do público &#8211; e que horror! Aquelas pessoas estavam completamente chocadas. Eu nunca tinha visto tamanho tapa na cara do público. Eles nunca tinham visto uma tragédia grega; nunca tinham visto uma; não sabiam nada sobre a tradição grega.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">A ênfase na Índia é para eliminar o ego: ele não existe. Em sânscrito, não há nem mesmo uma palavra para indivíduo. Os indianos não são indivíduos. São membros de uma casta, são membros de uma <a href="/category/familia/" title="View all posts filed under família">família</a>. Eles estão em certos grupos etários; e têm certo temperamento; tudo isso são coisas genéricas. Mas lá estava aquela coisa pessoal do tipo mais violento e a quebra de tabus. O público ficou horrorizado.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Você podia ver que era uma absoluta violação de tudo que já pensaram ver no teatro, em qualquer nível, porque não existe algo como a tragédia no Oriente. Como pode existir uma tragédia quando se acredita na reencarnação?<span> </span>A dramaturgia oriental é um tipo de teatro de conto de fadas: nuances <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osas e situações divertidas, mas nada muito sério. Aquele que sofre na tragédia oriental é aquele quem tem que sofrer de qualquer forma. É esse corpo impessoal. Deixem-no ir – quem se importa?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">O herói, o tema enfatizado na mitologia hindu, não é a pessoa; é o <a title="Verbete da Wikipedia sobre Shiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Shiva" target="_blank">Shiva </a></span>reencarnado que nasce e morre. E os gregos transferem isso para a pessoa. No Oriente, a pessoa que falha na sua jornada é um palhaço, um louco. No Ocidente, é um ser humano.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Lembro que, muitos anos atrás, quando eu estava escrevendo o <a title="Resenha" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=73672" target="_blank">Herói de Mil Faces</a></span>, quando quer que eu quisesse um exemplo de fracasso, tinha quer dar um exemplo grego. Por que os heróis gregos são aqueles que sofrem. Os heróis orientais são aqueles que estão na jornada através do mito.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Estou tentando me lembrar de um exemplo oriental da tragédia grega.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Você quer dizer algo que poderia nos dar um tapa na cara como Édipo Rex fez com os hindus?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I &#8211; Sim. Lembro-me que, embora não seja um paralelo, no curso da tragédia de Beckett Esperando por Godot. Para mim, a tragédia nessa peça está no público. Beckett tirou tudo, exceto o trágico, e deixando o trágico, só ele resta. É apresentado só o básico, tão completamente reduzido que a ofensa se torna devastadora.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Bem, posso dar um exemplo do que tocar o público ocidental tão forte quanto a tragédia ocidental que aquele público hindu assistiu, e é o sacrifício ritual hindu. Num desses sacrifícios, por exemplo, alguém tem que tirar a pele de uma cabra e tem que tomar cuidado para que a cabra fique viva até que a pele seja totalmente tirada.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Esse exemplo seria bom.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Esse seria, não seria?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – E a mitologia africana?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Ah, é uma mitologia rica. Os treze volumes de Frobenius – The Atlantis – é magnífico. Muito rico.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Você fez algum trabalho nessa área?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Ah, sim, muito. Mas ela ainda não foi bem coligida em inglês. Os alemães e os franceses fizeram melhor, eu acho, do que os ingleses. A Inglaterra estava mais, sabe, no Congo, com armas e câmeras…</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Stanley e Livingstone…</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Sim. Os alemães e os franceses foram até ela. Agora os ingleses estão indo. Para mim, a coisa mais interessante nos estudos africanos recentemente é esse alinhamento da cultura nok com a cultura effie, validando a intuição que Frobenius tinha no início do século, da antiguidade daquele complexo cultural na África ocidental, datando-o em cerca de 1000 a.C. Frobenius foi o primeiro a reconhecer e estudar a África como uma unidade histórica, não apenas como um bando de tribos selvagens.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Por que Frobenius ainda não foi traduzido para o inglês?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Eu descobri Frobenius no período em que estava lendo como um louco durante a Grande Depressão, antes de 1932. Por volta de 1939, estava tão entusiasmado que entreguei os livros de Frobenius ao meu agente literário para ver se conseguíamos um editor. Tenho as cartas desses editores: &#8220;talvez interessem a alguma universidade afro-descendente, mas…&#8221; Por isso Frobenius ainda não foi traduzido. Mas o verdadeiro motivo é que a Sociedade Antropológica Americana não concordava com as proposições dele – ela é um desses grupos monoteístas. Frobenius defendia a idéia da difusão; ele era um difusionista, que é um palavrão para a Sociedade Antropológica Americana. E esse homem que era grandemente respeitado na Europa é desconhecido aqui.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Tenho uma amiga que escreveu livro sobre questões políticas internacionais e foi a um editor que conheço muito bem. O livro foi rejeitado por esse editor porque ela só citava Frobenius.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Estou curioso para ver seu quarto volume.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C &#8211; O quarto volume vai sair no dia 20 de maio. Daqui a um mês depois de amanhã – e acredite – estou contente. Trabalhei nele por quatro anos. Demorou um ano para os editores conseguirem publicá-lo. Foi um pouco complicado, mas não vai saber quando lê-lo.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Você poderia falar um pouco do que trata neste volume?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C &#8211; Claro. É um livro que trata do que eu chamo de mitologia criativa. Na mitologia tradicional, à qual os três primeiros volumes são dedicados – a primitiva, a oriental e a ocidental – os símbolos mitológicos são herdados pela tradição e o indivíduo passa pelas experiências como planejado. Um artista criativo trabalha de maneira inversa. Ele passa por uma experiência de alguma profundidade ou qualidade e procura as imagens com as quais representá-la. É o caminho inverso. Por isso o título do livro é Mitologia Criativa.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Ele trata do primeiro problema que é a experiência estética, que eu chamo de &#8220;apreensão estética&#8221;, e então apresento uma análise da tradição imagética que os artistas modernos europeus herdaram. Temos a antiga tradição da Idade do Bronze; temos as tradições semita e hebraica; temos as tradições clássicas gregas. Também temos as tradições dos cultos de mistério e a tradição gnóstica; temos a tradição muçulmana, que era muito forte na Idade Média; temos a tradição celta e germânica e assim por diante. Esse é todo o vocabulário; é um tesouro maravilhoso no qual o artista vai buscar suas imagens.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">De fato, elas vão coagular com ele se ele for um homem meio letrado. As imagens virão e vão se combinar com o que ele está dizendo. E eu cito como meu documento principal a tradição da literatura secular européia dos séculos XI e XII. Para juntar tudo isso, peguei a literatura que lidasse com temas comuns. Os dois temas comuns que, para mim, parecem apresentar uma influência dominante na escritura européia ocidental são o tema de <a title="Verbete da Wikipedia sobre Tristão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trist%C3%A3o" target="_blank">Tristão </a></span>e o do <a title="Verbete da Wikipedia sobre o Santo Graal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_graal" target="_blank">Santo Graal</a></p>
<p>. Começo com um grupo de escritores do fim do século XII e início do século XIII. Aí apresento ecos deles, primeiro em Wagner; depois a constelação em volta dele: <a title="Verbete da Wikipedia sobre Schopenhauer" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Schopenhauer" target="_blank">Schopenhauer </a>e <a title="Verbete da Wikipedia sobre Nietzsche" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nietzsche" target="_blank">Nietzsche</a>; e seguindo até, é claro, <a title="Verbete da Wikipedia sobre Thomas Mann" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Mann" target="_blank">Mann </a>e <a title="Verbete da Wikipedia sobre James Joyce" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/James_joyce" target="_blank">Joyce</a></p>
<p>. Então, de maneira geral, vou e volto com o tema da terra devastada.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Rapaz, não é excitante? Esse conflito entre autoridade e experiência individual. Esse é meu tema principal do começo ao fim. E com ele vem a afirmação do indivíduo em sua experiência individual que só é possível hoje no mundo ocidental. Nossa religião foi importada do <a title="Verbete da Wikipedia sobre o Levante" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Levante" target="_blank">Levante </a></span>com seu autoritarismo e até mesmo com a revolução protestante, que foi um tipo de triunfo do espírito individualista europeu, ainda apegado à Bíblia, então você tem que acreditar naquela coisa estúpida escrita Deus-sabe-quando. Mas a verdadeira literatura secular se desliga disso. E esse desligamento acontece com o Graal. É claro que ela começa a florescer justamente na época de <a title="Verbete da Wikipedia sobre Inocêncio III" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inoc%C3%AAncio_III" target="_blank">Inocêncio III</a>, o mais autoritário dos autoritários, mas acabou – parou bem ali, por volta de 1225-1230. A <a title="Verbete da Wikipedia sobre a Inquisição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">Inquisição </a>é trazida à baila em 1232 e aí temos que esperar. E aí acontece a grande mudança. É claro que aí tenho que fazer uma ponte. Tenho que ir do começo ao fim. Mas é incrível o quanto devemos a uns poucos que fizeram tudo o que temos, que tiveram a coragem de dizer &#8216;vocês estão errados&#8217;. Eles são meus heróis. Mas temos também uma heroína, a primeira, e é ela quem começa tudo, seu nome é Heloísa. A Heloísa de <a title="Verbete da Wikipedia sobre Abelardo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abelardo" target="_blank">Abelardo</a>, ela é a rainha do livro. Em suma, é isso.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Você achou difícil juntar todas essas coisas e chegar a essas conclusões?</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – Ah, não, nenhum problema; foi o material mitológico que me mostrou tudo isso. Não tive problemas em compor as idéias desses livros porque tenho lido esse material por literalmente quarenta anos. O problema foi comprimir tudo em quatro volumes. Minha intenção inicial era um volume, e foi isso que combinei com a Viking Press. Minha cabeça estava estourando e me lembro vividamente que, num dia de manhã, acordei às quatro da manhã sabendo que eram quatro livros, sabendo sobre o que tratariam, engatinhei para fora da cama, de cabeça, para não incomodar minha esposa, e fui ao quarto de estudos e planejei a coisa toda.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">I – Engraçado que tanto <a title="Verbete da Wikipedia sobre William James" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_james" target="_blank">William James </a></span>quanto Freud tiveram experiências semelhantes quando estavam nessa fase criativa. Freud acordou às duas da manhã e James, às três.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">C – E eu, às quatro…está vendo?…Por isso eu tinha mais a dizer!</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Além disso, permito-me ir mais passionalmente do que ia nos livros anteriores porque realmente penso que o clero merece uma boa sova. Eles sabem que o que eles estão ensinando já ficou para trás, mas ficam tentando trazê-lo de volta. Recentemente tenho tido experiências bem agudas nesse contexto. Aqui estou eu, alguém cuja vida toda foi dedicada à mitologia, e a igreja agora, parece, está interessada em mitologia. Então eles me convidam para esses diálogos e triálogos e tetrálogos e assim por diante. E quando coloco o que considero o credo tradicional cristão, até mesmo os padres anglicanos levantam suas mãos e dizem, &#8220;Ah, mas não acreditamos mais nisso&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Mas eles ainda continuam com aquele livro. O que eles acreditam agora é no <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> e na humanidade e tudo isso. Eu digo a eles: bem, você acha isso nos Upanishads, em Lao-Tsé; você pode achar isso em qualquer lugar, então qual é a sua declaração? Eles continuam afirmando que são únicos. Ora, <a title="Verbete da Wikipedia sobre São Tomás de Aquino" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquino" target="_blank">São Tomás de Aquino </a></span>disse que até um grego acreditava em Deus, mas um grego não acreditava que havia um pai, um filho e um espírito santo; que o filho tornou-se homem e foi crucificado e através dessa crucificação redimiu o homem do pecado original. Coloquei isso há apenas cinco dias e o bispo Fulano de Tal disse, &#8220;Ah, mas não falamos mais assim&#8221;.Então, o que dizem? Ainda assim, eles continuam com aquela reivindicação. Estão protegendo sua fé, estão mesmo &#8211; isso é engraçado. Esse movimento ecumênico na Igreja Católica é uma piada porque estão se apegando a sua exclusividade. Estão tentando dizer, sem dizer abertamente, que você tem quer ser batizado para ser salvo &#8211; não podem dizer algo diferente e continuar sendo católicos.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;">O homem é redimido pelo sacrifício de Cristo; participa-se do sacrifício participando dos sacramentos, que foram fundados pelo próprio Cristo e, fora disso, &#8220;fora da igreja não há salvação&#8221;. E com relação aos protestantes, sempre me lembro do personagem Stephen Dedalus de James Joyce, que diz no final do Retrato, quando lhe perguntam &#8220;Você vai se tornar um protestante?&#8221;, e ele responde, &#8220;Perdi minha fé, mas não perdi o respeito por mim mesmo&#8221;.</span></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/">Entrevista com Joseph Campbell</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O futuro é gestado agora</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/07/27/o-futuro-e-gestado-agora/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/07/27/o-futuro-e-gestado-agora/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 21:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=94</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Sua majestade sabe tão bem quanto eu que o futuro é grávido de muitas eventualidades que ele pode parir. E não é impossível ouvir algumas delas movendo-se no útero do tempo. Mas apenas a situação do momento decide qual dos &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/07/27/o-futuro-e-gestado-agora/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/07/27/o-futuro-e-gestado-agora/">O futuro é gestado agora</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/saudadesdofuturo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-95" title="saudadesdofuturo" src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/saudadesdofuturo.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>&#8220;Sua majestade sabe tão bem quanto eu que o futuro é grávido de muitas eventualidades que ele pode parir. E não é impossível ouvir algumas delas movendo-se no útero do tempo. Mas apenas a situação do momento decide qual dos embriões é viável e vai amadurecer.&#8221;</p>
<p>Marguerite Yourcenar, A Obra em Negro</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/07/27/o-futuro-e-gestado-agora/">O futuro é gestado agora</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/07/27/o-futuro-e-gestado-agora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como Adotar uma Criança</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/06/03/como-adotar-uma-crianca/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/06/03/como-adotar-uma-crianca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[adoção]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=80</guid>
		<description><![CDATA[A maioria dos brasileiros não tem conhecimento dos caminhos corretos para a adoção. Mais de 37% procurariam uma criança em maternidades e em hospitais e 28% pesquisariam em abrigos. Apenas 35% das pessoas recorreriam ao local adequado – as Varas &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/06/03/como-adotar-uma-crianca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/06/03/como-adotar-uma-crianca/">Como Adotar uma Criança</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>A maioria dos brasileiros não tem conhecimento dos caminhos corretos para a adoção. Mais de 37% procurariam uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> em maternidades e em hospitais e 28% pesquisariam em abrigos. Apenas 35% das pessoas recorreriam ao local adequado – as Varas da Infância e da Juventude em todo o país.</span></p>
<p>Os dados fazem p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da pesquisa Percepção da População Brasileira sobre a Adoção, divulgada ontem pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e que faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da segunda etapa da campanha “Mude um Destino”.</p>
<p><strong>Principais Dúvidas</strong></p>
<p>O site do Projeto Recriar registra as principais dúvidas sobre adoção. Veja algumas das respostas</p>
<p>Quem pode adotar?</p>
<p>Pessoas maiores de 21 anos, solteiras, casadas, separadas, viúvas, ou que convivam maritalmente, padrastos e madrastas, desde que sejam pelo menos 16 anos mais velhos do que a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> ou adolescente. Avós e irmãos da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> não podem adotar, mas podem pedir a guarda ou tutela da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> ou adolescente na Vara de Família.</p>
<p>Onde e como se pode recorrer à adoção?</p>
<p>A única maneira permitida por lei para se adotar uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> ou adolescente é fazendo solicitação junto à Vara de Adoção (Juizado da Infância e Juventude).</p>
<p>É caro adotar uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> ou adolescente?</p>
<p>Não. Todo o processo de adoção do Juizado da Infância e Juventude é gratuito.</p>
<p>É perigoso receber uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> diretamente da mãe biológica ou de terceiros, sem a intervenção do Juizado da Infância e Juventude, com a finalidade de criá-la?</p>
<p>Sim. Muitas vezes pessoas inescrupulosas usam esse artifício para extorquir e chantagear as pessoas que de boa-fé receberam a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>.</p>
<p>Pode-se registrar uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> como filha sem recorrer ao Juizado da Infância e Juventude?</p>
<p>Não, isso é ilegal. É crime punível com reclusão de dois a seis anos (artigo 242 do Código Penal). O registro em cartório pode ser cancelado a qualquer momento, dando aos pais biológicos o direito de recorrer à Justiça para reaver o(a) filho(a).</p>
<p>Concluída a adoção, existe a possibilidade de os pais adotivos perderem a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> para os pais biológicos?</p>
<p>Não. A adoção concedida pelo juiz não tem volta e garante ao filho adotivo os mesmo direitos do biológico, inclusive os de nome e herança.</p>
<p>Fonte:</p>
<p>www.projetorecriar.org.br</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/06/03/como-adotar-uma-crianca/">Como Adotar uma Criança</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/06/03/como-adotar-uma-crianca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>108</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tecendo o Fio do Destino</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/04/08/tecendo-o-fio-do-destino/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/04/08/tecendo-o-fio-do-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 11:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[tecer]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[tricô]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/02/22/tecendo-o-fio-do-destino/</guid>
		<description><![CDATA[“Destino? Agulha no palheiro onde o homem se procura O tempo inteiro” Lindolfo Bell A Escola do Vale, em Duas Barras (RJ) convidou-me para realizar este seminário para suas professoras e iniciamos no sábado, 16 de fevereiro de 2008, às &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/04/08/tecendo-o-fio-do-destino/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/04/08/tecendo-o-fio-do-destino/">Tecendo o Fio do Destino</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://marceloguerra.com.br/image003.jpg" alt="" width="602" height="268" />“Destino?</p>
<p>Agulha  no palheiro</p>
<p>onde  o homem se procura</p>
<p>O  tempo inteiro”</p>
<p>Lindolfo  Bell</p>
<table border="5" cellspacing="2" cellpadding="4" width="365">
<tbody>
<tr>
<td class="style2" height="75">A Escola do Vale, em Duas Barras (RJ) convidou-me para realizar este seminário para suas professoras e iniciamos no sábado, 16 de fevereiro de 2008, às 14h. O próximo encontro será dia 15 de março, às 14h.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="5" cellspacing="2" cellpadding="4" width="365">
<tbody>
<tr>
<td class="style4" height="75">
<p class="style6">Novo grupo no Rio de Janeiro, começando no dia 10 de maio de 2008, sábado, às 14h, à Rua Pereira da Silva, 135, Laranjeiras. INSCREVA-SE JÁ!</p>
<p class="style7"><strong>PALESTRA INTRODUTÓRIA GRATUITA NO DIA 3 DE MAIO DE 2008, ÀS 9H.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="style3">Cada um de nós nasce com um <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>, não como um livro previamente escrito em que cada ato nosso está previsto, mas como uma missão a nós confiada. Isto faz com que a vida tenha um sentido e, muitas vezes, sofremos com angústia ou depressão por não percebê-lo claramente. Os fatos de nossas vidas estão aí para que encontremos o Fio do Destino que, junto com o nosso livre arbítrio, tece os acontecimentos tanto no nosso mundo interior quanto na nossa vida nas <a href="/category/comunidade/" title="View all posts filed under comunidade">comunidade</a>s em que vivemos.</p>
<p class="style3">Este curso tem o objetivo de buscar o fio do <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> de cada um, desembaraçá-lo, tecê-lo de forma diferente, mais confortável, mais de acordo com o sentido que queremos dar para nossas vidas. Para isso trabalharemos com fatos de nossas próprias vidas. Este trabalho será feito com palavras e <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, como aquarela, modelagem em argila, <a href="/category/trico/" title="View all posts filed under tricô">tricô</a>, desenho, contos de fadas, vídeos, teatro, etc. Ninguém precisa ser artista para participar, é claro.</p>
<p class="style3">Muitas das questões que nos colocamos hoje são percebidas de modo diferente quando as situamos no contexto mais amplo da vida toda. A troca de experiências de vida num grupo é enriquecedora e suaviza os sentimentos ligados a essas experiências.</p>
<p class="style3">O curso será coordenado por Marcelo Guerra, Médico Homeopata, Terapeuta Biográfico em formação. Terá a duração de 10 encontros mensais e um novo grupo começará no Rio de Janeiro, a partir de 10 de maio de 2008. O investimento para cada módulo será de R$100,00 (já incluído o material). As vagas são limitadas e as inscrições e mais informações podem ser obtidas pelos telefones (21)3717-5215, (22) 8112-4983 ou pelo e-mail <a href="mailto:marceloguerra@terapiabiografica.com.br">marceloguerra@terapiabiografica.com.br</a><a href="mailto:marceloguerra@terapiabiografica.com.br"></a></p>
<p class="style3" align="justify"><em>Cada um hospeda dentro de si uma águia. Sente-se portador de um projeto infinito. Quer romper os limites apertados de seu arranjo existencial. Há movimentos na política, na educação e no processo de mundialização que pretendem reduzir-nos a simples galinhas, confinadas aos limites do terreiro. Como vamos dar asas à águia, ganhar altura, integrar também a galinha e sermos heróis de nossa própria saga</em>?  (Leonardo Boff)</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/04/08/tecendo-o-fio-do-destino/">Tecendo o Fio do Destino</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2008/04/08/tecendo-o-fio-do-destino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com a Dra. Gudrun Burkhard</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 20:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[gudrun burkhard]]></category>
		<category><![CDATA[Rudolf Steiner]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/</guid>
		<description><![CDATA[(Entrevista publicada no jornal Folha de São Paulo, suplemento Equilíbrio, em 25/1/01) Quem é ela Nome: Gudrun Burkhard. Idade: 71 anos. Profissão: Médica antroposófica, clínica-geral e terapeuta biográfica. O que faz: Dá cursos de biografia humana para terapeutas e médicos &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/">Entrevista com a Dra. Gudrun Burkhard</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/gudrun.jpg" title="gudrun.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/gudrun.jpg" alt="gudrun.jpg" /></a></p>
<p>(Entrevista publicada no jornal Folha de São Paulo, suplemento Equilíbrio, em 25/1/01)</p>
<p>Quem é ela</p>
<p>Nome: Gudrun Burkhard.<br />
Idade: 71 anos.<br />
Profissão: Médica antroposófica, clínica-geral e terapeuta biográfica.<br />
O que faz: Dá cursos de biografia humana para terapeutas e médicos no Brasil e na Europa.<br />
Filosofia de vida: A cura das doenças só acontece quando o homem consegue mudar seus hábitos e harmonizar os lados intelectual e afetivo.</p>
<p>A idéia de que desequilíbrios da vida cotidiana contribuem para que doenças apareçam e influem na cura já foi incorporada pelo estabelecimento médico. Mas, quando se formou em <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> pela USP em 1954, a médica paulista Gudrun Burkhard teve de ir até a Suiça para estuda e como cabeça e corpo caminham lado a lado na busca pelo bem-estar. De lá para cá, Burkhard virou um dos gurus da <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> antroposófica no Brasil, fundou duas clínicas, escreveu 12 livros e formou dezenas de discípulos. Aos 71 anos, continua reclamando que a <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> clássica não enxerga o homem como um todo e insiste que mudanças de hábito são tão importantes para a cura quanto remédios de última geração. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.</p>
<p>Folha – Como você entrou em contato com a Antroposofia?</p>
<p>Gudrum Burkahard – Quando me formei em <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> pela USP, em 1954, achei que precisava completar a formação clássica que havia recebido na faculdade. Nós tínhamos uma visão unilateral das doenças e da cura, sem considerar a individualidade de cada paciente, ignorando que o homem não era só um corpo físico, que ele também sentia, pensava e agia. Pouca gente na época dava importância à influência de fatores psicológicos no desenvolvimento da doença e na busca da cura. Fui, então, para a Suíça, onde havia uma clínica que já trabalhava com <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> antroposófica desde a década de 20. Fiz minha pós-graduação lé e, em seguida, voltei ao Brasil e comecei a atender em consultório particular.</p>
<p>Folha – Quem eram seus pacientes?</p>
<p>Burkhard – Eu atendia basicamente doentes crônicos, com câncer, esclerose múltipla, que não se sentiam satisfeitos com a resposta dada pela <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> clássica. Atuava também como clínica-geral, atendia do bebê ao avô. Em 69, fundei com meu marido a Clínica Tobias, só de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> antroposófica. Lá, os pacientes crônicos ficavam semanas internados para revitalização e desintoxicação alimentar. Como o número de pacientes com estresse cresceu muito, abrimos outra clínica em 83, a Artemísia, para atender quem precisava de descanso e revitalização para resgatar a própria vida.</p>
<p>Folha – Como é o trabalho na Artemísia?</p>
<p>Burkhard – Os pacientes vão para lá para fazer o <a href="/category/biografico/" title="View all posts filed under biográfico">biográfico</a>, que é um processo terapêutico no qual eles revêem seus passos de maneira que possam trilhar melhor o futuro. Também passam por reestruturação alimentar para desintoxicar o corpo e por outras terapias, como massagens e compressas.<br />
Folha- A alimentação é tão importante assim?</p>
<p>Burkhard – As pessoas devem se alimentar de acordo com o estilo de vida que levam, e a dieta deve ser adequada ao trabalho. Não é tão importante quanto você come, mas o que come. Quem faz um trabalho mais intelectual não deve comer frituras nem carnes porque o organismo fica ocupado com a digestão e a cabeça não funciona tão bem. Essas pessoas devem comer grãos integrais e alimentos ricos em vitamina D e fósforo. Já quem trabalha mais com o físico deve adotar uma diética energética, abusar de massas e outros alimentos ricos em hidrato de carbono e com muita vitamina B.</p>
<p>Folha – Maus hábitos no dia-a-dia adoecem alguém?</p>
<p>Burkhard – Claro. Alimentação errada, falta de equilíbrio entre o lado afetivo e o profissional, uma vida cheia de conflitos, tudo isso influencia a saúde física do homem. Os desequilíbrios provocam distúrbios psicossomáticos, que podem resultar em estresse ou até câncer. A doença aparece para alertar que existe um desequilíbrio, e só o uso de remédios não vai resolver o problema. É preciso mudar os hábitos. Só que a maioria das pessoas ainda não se dá conta da importancia de os vários campos da vida estarem em harmonia. Tem gente que desenvolve muito o plano intelectual, mas deixa o sentimental de lado. Essa desarmonia cria espaço para que as doenças apareçam. Para ser saudável, é preciso descobrir se a pessoa obtém realização pessoal no trabalho, nas relações familiares, se ela tem tempo para fazer as coisas de que gosta ou se vive sempre em conflito.</p>
<p>Folha – Se a doença levar a hábitos mais saudáveis, então ela não é de todo ruim…</p>
<p>Burkhard &#8211; A doença é um alerta para mudar o ritmo do dia-a-dia. Fatores psicossomáticos afetam o corpo físico, a doença se manifesta, e a pessoa é forçada a dar uma parada obrigatória. O ideal seria que fizéssemos pequenas paradas espontâneas para ver como está a vida, mas ninguém faz isso. Quem leva uma vida cheia de desarmonia e não pára de vez em quando para corrigir o caminho que está trilhando termina sendo obrigado a parar quando a doença surge. Essa parada pode ser uma grande oportunidade para olhar para trás e ver o que está em desacordo com os desejos da pessoa.</p>
<p>Folha – E como se dá a cura?</p>
<p>Burkhard – O processo de cura começa com a busca do conhecimento interno, que é feito com o <a href="/category/biografico/" title="View all posts filed under biográfico">biográfico</a>. Também damos aos pacientes a oportunidade de se expressarem pela pintura, modelagem, música. Cada um vai descobrindo aquilo que gosta, o que incomoda. O <a href="/category/biografico/" title="View all posts filed under biográfico">biográfico</a> não é só uma forma de diagnóstico, é um processo altamente terapêutico. O autoconhecimento é fundamental para conseguir bem-estar e saúde. Você precisa conhecer as diversas paisagens por onde já passou para poder redirecionar o futuro adequadamente.</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/">Entrevista com a Dra. Gudrun Burkhard</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/08/entrevista-com-a-dra-gudrun-burkhard/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adote uma Criança, Mude um Destino</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 09:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[adoção]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/</guid>
		<description><![CDATA[A AMB, Associação dos Magistrados do Brasil, lançou uma campanha para estimular as adoções em todo o Brasil, através da sensibilização dos juízes para agilizarem os processos. A campanha chama-se Mude um Destino. O problema da adoção se agrava quando &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/">Adote uma Criança, Mude um Destino</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="pfam.jpg" href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/pfam.jpg"><br />
</a></p>
<p><a title="pfam.jpg" href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/pfam.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center"><a title="pfam.jpg" href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/pfam.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/pfam.jpg" alt="pfam.jpg" /></a></p>
<p>A AMB, Associação dos Magistrados do Brasil, lançou uma campanha para estimular as adoções em todo o Brasil, através da sensibilização dos juízes para agilizarem os processos. A campanha chama-se <a href="http://www.amb.com.br/mudeumdestino/">Mude um Destino</a>.</p>
<p>O problema da adoção se agrava quando as <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s têm mais de um ano de idade, são negras, têm irmãos na mesma situação ou apresentam algum problema de saúde. Segundo a advogada Roberta Avisato , 70% dos casais presentes no cadastro nacional dos Juizados da Infância e da Juventude procuram meninas brancas, de até seis meses. A especialista atua na área Trabalhista, mas começou a defender casos de adoção, por conta de uma experiência pessoal: ainda noiva, encantou-se com um menino num abrigo para menores e ganhou na Justiça o direito de protegê-lo. Ela conta que apenas 5% dos processos de adoção que ocorrem no estado de São Paulo são realizadas por pais que podem ter filhos, mas optam por acolher uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>.</p>
<p>Segundo a advogada, o primeiro passo de um casal que pensa em adoção é procurar a Vara da Infância e da Juventude de sua cidade e realizar o cadastro de adoção. Eles vão passar por entrevistas, terão seu perfil social traçado, vão apontar as características da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> de que gostariam e será aberto o processo. Quando alguma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que atenda aos dois perfis aparecer no cadastro, eles serão chamados para conhecê-la.</p>
<p>Francisco Oliveira Neto, juiz da Vara da Infância e da Juventude de Florianópolis (SC), membro da Associação dos Magistrados Brasileiros e coordenador da campanha Mude um Destino da AMB, o número de adoções poderia ser maior caso diminuíssem as exigências dos casais.</p>
<p>- Não é a burocracia do Estado que atrasa os processos de adoção. Nos juizados, temos um livro de cadastro de pais que se dispõe a adotar e outro com as <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s dos abrigos. Fazer esse casamento é a p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> mais difícil &#8211; explica Franscisco Oliveira Neto.</p>
<p>O juiz reforça que não há custos para o casal com o processo de adoção &#8211; a menos que eles queiram contratar um advogado particular &#8211; e que, uma vez dada a sentença, a decisão da Justiça é irrevogável: os pais biológicos perdem seus direitos sobre a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> e a identidade da <a href="/category/familia/" title="View all posts filed under família">família</a> que a adotou é mantida em sigilo.</p>
<p>- Cumprir os procedimentos legais é a melhor forma de se proteger e dar segurança à <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>. Muitos pais biológicos iniciam um processo de coação ou extorsão por sentirem que quem adota contrai uma espécie de dívida com eles &#8211; alerta.</p>
<p>Se as mães biológicas têm nove meses para se preparar para a chegada do bebê, com as mães adotivas o tempo de espera é incerto e cheio de dúvidas. A psicóloga e professora da PUC-RS Iraci Argimon, orienta os casais a terem uma decisão bem amadurecida, antes de procurar uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>:</p>
<p>- Enquanto houver dúvidas, converse. Se o diálogo entre o casal não for suficiente, procure um especialista. Isso é um respeito com eles mesmos e com a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> &#8211; alerta. &#8211; Ela não deve vir para segurar nenhum casamento: vai ter um papel tão importante quanto o de seus pais.</p>
<p>Em caso de <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s maiores, essa preocupação deve estar ainda mais presente:</p>
<p>- As <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s costumam se vincular de forma ainda mais forte por medo inconsciente de um novo abandono. Apenas uma relação bem madura entre mãe e filho pode equilibrar essa insegurança.</p>
<p>Mas às vezes o <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> se encarrega de antecipar os fatos. Pediatra, Maria Noemi Mac Culloch, era solteira quando recebeu, no Hospital da Funabem, em que trabalhava, um bebê abandonado pelos pais que despertou sua compaixão. Ela entrou com o pedido de adoção e conseguiu a guarda de Pedro Ivo, que hoje tem 12 anos. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, homens e mulheres acima dos 18 anos podem adotar uma <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> independentemente de seu estado civil.</p>
<p>- Desde a primeira vez que o peguei nos braços, senti que era meu filho. De repente, me vi invadida de um <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> muito grande por aquela <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que nunca tinha visto. Minha capacidade de amar, de me dar cresceu muito. Sinto como se ele tivesse nascido mesmo de mim, é meu filho &#8211; resume Maria Noemi.</p>
<p>Na minha <a href="/category/familia/" title="View all posts filed under família">família</a>, tanto pelo lado paterno quanto materno, tenho vários parentes adotivos, irmãos, tios, primos, e posso dizer que o <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> não é diferente em relação a um consangüíneo. Percebo que ainda existe um preconceito em relação à adoção, e muitos casais tentam deseperadamente engravidar, às vezes correndo riscos, mas não dão um passo em direção à adoção que lhes deixaria realizados como pais! Um grande abraço para Andréa, Mônica e José Victor, meus irmãos.</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/">Adote uma Criança, Mude um Destino</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/03/adocao-de-crianca-mude-um-destino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>194</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aqueles que já se foram&#8230;</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2007 22:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/</guid>
		<description><![CDATA[O meu amor esteja contigo na região do espírito. Deixe encontrar a tua alma Pela minha que procura Deixe suavizar o teu gelo Pelo meu pensamento da tua essência Assim estamos ligados Eu contigo Tu comigo. Como alma eu não &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/">Aqueles que já se foram&#8230;</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/amor_alem_da_vida.jpg" title="amor_alem_da_vida.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/amor_alem_da_vida.jpg" alt="amor_alem_da_vida.jpg" /></a></p>
<p>O meu <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> esteja contigo na região do espírito.</p>
<p>Deixe encontrar a tua alma</p>
<p>Pela minha que procura</p>
<p>Deixe suavizar o teu gelo</p>
<p>Pelo meu pensamento da tua essência</p>
<p>Assim estamos ligados</p>
<p>Eu contigo</p>
<p>Tu comigo.</p>
<p>Como alma eu não estou na Terra,</p>
<p>Porém na água, no ar e no fogo;</p>
<p>No meu fogo eu estou nos planetas e no Sol.</p>
<p>No meu ser solar</p>
<p>Eu estou no céu das estrelas fixas.</p>
<p>Como alma eu não estou na Terra,</p>
<p>Porém na luz, verbo e vida.</p>
<p>Na minha vida, eu estou no interior</p>
<p>Do Ser planetário e solar:</p>
<p>No espírito da sabedoria.</p>
<p>No meu ser de sabedoria</p>
<p>Eu estou no espírito do <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>.</p>
<p>Nenhuma barreira pode separar</p>
<p>Aquilo que mantém unido no espírito<font face="Comic Sans MS"> </font></p>
<p>O resplandescente</p>
<p>E radiante <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a></p>
<p>Eterno liame das almas.</p>
<p>Como estou eu na tua memória</p>
<p>Assim estejas tu na minha.</p>
<p>(Rudolf Steiner)</p>
<p><font face="Comic Sans MS"> </font></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/">Aqueles que já se foram&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/11/02/aqueles-que-ja-se-foram/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tecendo o Fio do Destino &#8211; O Curso</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 17:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terapiab</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[outras visões]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[tear]]></category>
		<category><![CDATA[tecer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; Tecendo o Fio do Destino &#160; “Destino? Agulha no palheiro onde o homem se procura O tempo inteiro” Lindolfo Bell &#160; Cada um de nós nasce com um destino, não como um livro previamente escrito em que cada &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/">Tecendo o Fio do Destino &#8211; O Curso</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="storycontent">&nbsp;</p>
<p class="snap_preview">&nbsp;</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="center"><font face="Antropos"><font size="5">Tecendo o Fio do Destino</font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/amor_alem_da_vida.jpg" title="amor_alem_da_vida.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/amor_alem_da_vida.jpg" alt="amor_alem_da_vida.jpg" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="text-align: center; display: block"></span></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">“<font size="2">Destino?</font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2">Agulha no palheiro</font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2">onde o homem se procura</font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2">O tempo inteiro”</font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2">	Lindolfo Bell</font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2"> Cada um de nós nasce com um <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>, não como um livro previamente escrito em que cada ato nosso está previsto, mas como uma missão a nós confiada. Isto faz com que a vida tenha um sentido e, muitas vezes, sofremos com angústia ou depressão por não percebê-lo claramente. Os fatos de nossas vidas estão aí para que encontremos o Fio do Destino que, junto com o nosso livre arbítrio, tece os acontecimentos tanto no nosso mundo interior quanto na nossa vida nas <a href="/category/comunidade/" title="View all posts filed under comunidade">comunidade</a>s em que vivemos. </font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2"> Este curso tem o objetivo de buscar o fio do <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> de cada um, desembaraçá-lo, tecê-lo de forma diferente, mais confortável, mais de acordo com o sentido que queremos dar para nossas vidas. Para isso trabalharemos com fatos de nossas próprias vidas. Este trabalho será feito com palavras e <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, como aquarela, modelagem em argila, <a href="/category/tear/" title="View all posts filed under tear">tear</a>, desenho, contos de fadas, vídeos, teatro, etc. Ninguém precisa ser artista para participar, é claro. </font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2"> Muitas das questões que nos colocamos hoje são percebidas de modo diferente quando as situamos no contexto mais amplo da vida toda. A troca de experiências de vida num grupo é enriquecedora e suaviza os sentimentos ligados a essas experiências. </font></p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western"><font size="2"> O curso será coordenado por Marcelo Guerra, Médico Homeopata, Terapeuta Biográfico em formação. Terá a duração de 10 encontros mensais e será realizado no Instituto Gaia, à Rua Almirante Alexandrino, 2495A, Santa Teresa, Rio de Janeiro. O primeiro encontro será em 24 de novembro de 2007, de 8:30h às 17h. O investimento para cada módulo será de R$80,00 (já incluído o material). As vagas são limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone <span class="skype_tb_injection"><span class="skype_tb_injection_left"><span style="background-image: url('//skype_ff_toolbar_win/content/cb_normal_m.gif')" class="skype_tb_injection_left_img"><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /></span></span><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><span class="skype_tb_injection_right"><span style="background-image: url('//skype_ff_toolbar_win/content/cb_normal_m.gif')" class="skype_tb_innerText"><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" /><img src="http://skype_ff_toolbar_win/content/space.gif" style="margin: 0pt; padding: 0pt; height: 1px; width: 1px" class="skype_tb_img_space" height="1" width="1" />(22) 9254-4866</span></span></span> ou pelo e-mail <a href="https://mail.google.com/mail?view=cm&amp;tf=0&amp;to=%20%3Cscript%20language=%27JavaScript%27%20type=%27text/javascript%27%3E%20%3C%21--%20var%20prefix%20=%20%27ma%27%20+%20%27il%27%20+%20%27to%27;%20var%20path%20=%20%27hr%27%20+%20%27ef%27%20+%20%27=%27;%20var%20addy38961%20=%20%27marceloguerra%27%20+%20%27@%27;%20addy38961%20=%20addy38961%20+%20%27gmail%27%20+%20%27.%27%20+%20%27com%27;%20document.write%28%20%27%3Ca%20%27%20+%20path%20+%20%27%5C%27%27%20+%20prefix%20+%20%27:%27%20+%20addy38961%20+%20%27%5C%27%3E%27%20%29;%20document.write%28%20addy38961%20%29;%20document.write%28%20%27%3C%5C/a%3E%27%20%29;%20//--%3E%5Cn%20%3C/script%3E%3Cscript%20language=%27JavaScript%27%20type=%27text/javascript%27%3E%20%3C%21--%20document.write%28%20%27%3Cspan%20style=%5C%27display:%20none;%5C%27%3E%27%20%29;%20//--%3E%20%3C/script%3EEste%20endere%C3%A7o%20de%20e-mail%20est%C3%A1%20sendo%20protegido%20de%20spam,%20voc%C3%AA%20precisa%20de%20Javascript%20habilitado%20para%20v%C3%AA-lo%20%3Cscript%20language=%27JavaScript%27%20type=%27text/javascript%27%3E%20%3C%21--%20document.write%28%20%27%3C/%27%20%29;%20document.write%28%20%27span%3E%27%20%29;%20//--%3E%20%3C/script%3E">  <script language="JavaScript" type="text/javascript">  <!--  var prefix = \'&#109;a\' + \'i&#108;\' + \'&#116;o\';  var path = \'hr\' + \'ef\' + \'=\';  var addy74635 = \'m&#97;rc&#101;l&#111;g&#117;&#101;rr&#97;\' + \'&#64;\';  addy74635 = addy74635 + \'t&#101;r&#97;p&#105;&#97;b&#105;&#111;gr&#97;f&#105;c&#97;\' + \'&#46;\' + \'c&#111;m\' + \'&#46;\' + \'br\';  document.write( \'<a \' + path + \'\'\' + prefix + \':\' + addy74635 + \'\'>\' );  document.write( addy74635 );  document.write( \'<\/a>\' );  //-->\n </script></a><a href="https://mail.google.com/mail?view=cm&amp;tf=0&amp;to=marceloguerra@terapiabiografica.com.br" target="_blank">marceloguerra@terapiabiografica.com.br</a><script language="JavaScript" type="text/javascript">  <!--  document.write( \\'<span style=\\\'display: none;\\\'>\\' );  //-->  </script><span style="display: none">Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo  <script language="JavaScript" type="text/javascript">  <!--  document.write( \\'</\\' );  document.write( \\'span>\\' );  //-->  </script></span></font></p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 0.6cm; widows: 2; orphans: 2" class="western" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 0.6cm; widows: 2; orphans: 2" class="western" align="justify"> <em><font size="2">Cada um hospeda dentro de si uma águia. Sente-se portador de um projeto infinito. Quer romper os limites apertados de seu arranjo existencial. Há movimentos na política, na educação e no processo de mundialização que pretendem reduzir-nos a simples galinhas, confinadas aos limites do terreiro. Como vamos dar asas à águia, ganhar altura, integrar também a galinha e sermos heróis de nossa própria saga</font></em><font size="2">? (L</font><font size="3">eonardo Boff)</font></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/">Tecendo o Fio do Destino &#8211; O Curso</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/tecendo-o-fio-do-destino-o-curso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Supere-se</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/supere-se/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/supere-se/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 11:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/supere-se/</guid>
		<description><![CDATA[Post from: Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo GuerraSupere-se<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/supere-se/">Supere-se</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8M-DzaP-AMA&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8M-DzaP-AMA&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/supere-se/">Supere-se</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/24/supere-se/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Sentido da Vida</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 15:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/</guid>
		<description><![CDATA[O sentido da vida apresenta-se de duas formas, uma mais imediata e uma mais transcendental, e ele manifesta-se pela vocação, que é uma palavra derivada da palavra “voz”. A vocação, portanto, é um chamado para uma tarefa a ser realizada &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/">O Sentido da Vida</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/jbridges4.jpg" title="jbridges4.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/jbridges4.jpg" alt="jbridges4.jpg" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="left">O <a href="/category/sentido-da-vida/" title="View all posts filed under sentido da vida">sentido da vida</a> apresenta-se de duas formas, uma mais imediata e uma mais transcendental, e ele manifesta-se pela vocação, que é uma palavra derivada da palavra “voz”. A vocação, portanto, é um chamado para uma tarefa a ser realizada no presente, mas que aponta para o futuro.</p>
<p class="western" align="left">	Em determinados momentos da vida, ouvimos internamente um chamado, assim como nos contos de fadas e nos mitos. Como reagimos ao chamado? Nos lançamos à aventura de viver o <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> que trazemos impresso em nosso eu interior ou fingimos que não o ouvimos e, com medo do desconhecido, nos fechamos em padrões de <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> aos quais já nos habituamos, mesmo que não sejam agradáveis, mas pelo menos já estamos acostumados a eles?</p>
<p class="western" align="left">	A filosofia e a ciência, desde o início da Renascença têm se esforçado para fazer crer que não existe um sentido transcendental para o ser humano. Provavelmente como reação aos abusos cometidos na Idade Média em nome de Deus, cujo nome foi usado para justificar toda sorte de explorações e absurdos.</p>
<p class="western" align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/manmachine.jpg" title="manmachine.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/manmachine.jpg" alt="manmachine.jpg" /></a></p>
<p class="western" align="left">	O rápido desenvolvimento tecnológico que começou no século XX nos faz sentirmo-nos p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de uma engrenagem, que funciona por si mesma e que não possui um sentido transcendente. Qual a conseqüência disso? A depressão, a superficialidade das relações, o vazio existencial. Afinal, se eu sou apenas uma p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de um mecanismo, eu posso ser substituído sem prejuízos para tal mecanismo. É para isto que eu sirvo? O ser humano enquanto indivíduo, enquanto ser único, imbuído de uma missão de vida, imbuído de qualidades únicas, ficou relegado a um segundo plano, talvez terceiro ou quarto.</p>
<p class="western" align="left">	E, no entanto, o ser humano sofre! Sofre por não perceber o sentido maior de sua vida. O resgate deste sentido, desta missão, deste <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>, é hoje prioridade para o homem, para que possa alcançar maior realização em sua vida e levar felicidade e realização à vida dos outros.</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/">O Sentido da Vida</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/20/o-sentido-da-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Livre Arbítrio e as Circunstâncias da Vida</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 12:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/</guid>
		<description><![CDATA[&#160; “O ser humano não é completamente condicionado e definido. Ele define a si próprio seja cedendo às circunstâncias, seja se insurgindo diante delas. Em outras palavras, o ser humano é, essencialmente, dotado de livre-arbítrio. Ele não existe simplesmente, mas &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/">O Livre Arbítrio e as Circunstâncias da Vida</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entrybody">
<p align="center"> 			<a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/pequin.jpg" title="pequin.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/pequin.jpg" alt="pequin.jpg" /></a></p>
<p class="snap_preview">
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>“O ser humano não é completamente condicionado e definido. Ele define a si próprio seja cedendo às circunstâncias, seja se insurgindo diante delas. Em outras palavras, o ser humano é, essencialmente, dotado de livre-arbítrio. Ele não existe simplesmente, mas sempre decide como será sua existência, o que ele se tornará no momento seguinte.”</p>
<p>Viktor Frankl</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/">O Livre Arbítrio e as Circunstâncias da Vida</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/o-livre-arbitrio-e-as-circunstancias-da-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pó e Luz</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 12:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/</guid>
		<description><![CDATA[“Não há oposição entre o conhecimento de si mesmo que a psicologia propõe e o conhecimento de si mesmo que a espiritualidade propõe. Porque uma psicologia que não se abre a um itinerário espiritual corre o risco de nos enclausurar &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/">Pó e Luz</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="center"><a href="http://tecerdavida.files.wordpress.com/2007/08/francisco_sol.jpg" title="francisco_sol.jpg"><img src="http://tecerdavida.files.wordpress.com/2007/08/francisco_sol.jpg" alt="francisco_sol.jpg" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt"><font size="3">“Não há oposição entre o conhecimento de si mesmo que a psicologia propõe e o conhecimento de si mesmo que a espiritualidade propõe. Porque uma psicologia que não se abre a um itinerário espiritual corre o risco de nos enclausurar e, mesmo, nos desesperar. (…) Assim, o que impressiona em um ser humano que entrou neste caminho de transformação é, ao mesmo tempo, sua grandeza e humildade. Ele sabe que é pó e que ao pó retornará. Mas sabe também que é luz e que à luz retornará. E o que é o ser humano, senão esta poeira que caminha para a luz e que dança nela? É a este caminhar, a esta marcha que nós somos convidados por Fílon de Alexandria, Francisco de Assis e Graf Durckheim. E a vocês todos, desejo uma boa caminhada, um belo itinerário, com cumes e vales a atravessar. Porque o importante mesmo é caminhar!”</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">Extraído do Prefácio do livro Terapeutas do Deserto, de Leonardo Boff e Jean-Yves Leloup</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/">Pó e Luz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/15/po-e-luz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transcendência e Auto-Realização</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 00:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terapiab</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/</guid>
		<description><![CDATA[Uma pessoa sempre está projetando-se para além de si mesmo, dedicando-se a alguém ou a alguma coisa, em nome do amor. Desta forma, a pessoa pode encontrar sentido no mundo exterior. O homem transcende sua existência ao amar outra pessoa &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/">Transcendência e Auto-Realização</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/mother_teresa.jpg" title="mother_teresa.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/mother_teresa.jpg" alt="mother_teresa.jpg" /></a></p>
<p>Uma pessoa sempre está projetando-se para além de si mesmo, dedicando-se a alguém ou a alguma coisa, em nome do <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>.  Desta forma, a pessoa pode encontrar sentido no mundo exterior. O homem transcende sua existência ao amar outra pessoa ou dedicar-se a alguma causa, ao invés de ficar fixado em seu umbigo, contemplando-se. A auto-realização é conseqüência desta transcendência, e isto pode ser percebido em diversos exemplos de personalidades famosas, como <a href="http://saudealternativa.wordpress.com/2007/10/09/martin-luther-king-eu-tenho-um-sonho/">Martin Luther King</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Madre_Teresa_de_Calcut%C3%A1">Madre Tereza de Calcutá</a> (mesmo com seus conflitos em relação à fé), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi">Gandhi</a>, etc. Guardadas as devidas proporções, podemos encontrar esta transcendência em situações do nosso cotidiano como, por exemplo, na dedicação a nossos papéis familiares, como pais, filhos, irmãos. Assim, a melhor maneira de conseguir a felicidade é dedicando-se a causas desinteressadas.</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/">Transcendência e Auto-Realização</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/10/transcendencia-e-auto-realizacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Perguntas Sobre o Curso Tecendo o Fio do Destino</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 19:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terapiab</dc:creator>
				<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/</guid>
		<description><![CDATA[Que formas de arte são usadas? Usamos modelagem em argila, trabalhos com elementos da natureza, como folhas, flores e pedras, aquarela, desenho com giz de cera, tecelagem, etc. Não seria melhor só falar, sem precisar sujar as mãos com barro &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/">Perguntas Sobre o Curso Tecendo o Fio do Destino</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">Que formas de <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> 	são usadas?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">Usamos modelagem em argila, trabalhos com elementos da natureza, como folhas, flores e pedras, aquarela, desenho com giz de cera, tecelagem, etc.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">Não seria 	melhor só falar, sem precisar sujar as mãos com barro 	ou tinta?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">Fazer <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, sem ser artista, é o grande diferencial deste trabalho, porque aquilo que está inconsciente vem à tona mais facilmente enquanto transformamos fatos de nossas vidas em peças artísticas. Não só detalhes dos fatos, mas os sentimentos a eles conectados. E mais: através da <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, conectamos mais facilmente a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que mora dentro de nós, criando um clima que permite trazer lembranças, mas com uma certa leveza infantil.</p>
</li>
</ol>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/">Perguntas Sobre o Curso Tecendo o Fio do Destino</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/09/perguntas-sobre-o-curso-tecendo-o-fio-do-destino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vida e Destino</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 14:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terapiab</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/</guid>
		<description><![CDATA[As almas em seus carros alados, quando antes de encarnar, chegam a um grande descampado, dão uma olhada para o alto. Contemplam em seus pedestais, a Justiça, a Beleza, o Pensamento, a Temperança, o mundo das idéias eternas e imutáveis, &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/">Vida e Destino</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font face="Arial, Helvetica"><font><font face="Arial, Helvetica"><a href="http://tecerdavida.files.wordpress.com/2007/08/william-adolphe_bouguereau_1825-1905_-_la_nuit_1883.jpg" title="william-adolphe_bouguereau_1825-1905_-_la_nuit_1883.jpg"><img src="http://tecerdavida.files.wordpress.com/2007/08/william-adolphe_bouguereau_1825-1905_-_la_nuit_1883.jpg" alt="william-adolphe_bouguereau_1825-1905_-_la_nuit_1883.jpg" /></a></font></font></font></p>
<p><font face="Arial, Helvetica"><font face="Arial, Helvetica" size="2">As almas em seus carros alados, quando antes de encarnar, chegam a um grande descampado, dão uma olhada para o alto. Contemplam em seus pedestais, a Justiça, a Beleza, o Pensamento, a Temperança, o mundo das idéias eternas e imutáveis, que ficam na “planície da Verdade”, diz Platão. Logo em seguida, elas escolhem o que vai ser a “sua vida efêmera”, à qual permanecerão ligadas por obra de Necessidade. Deusa caprichosa, ela, que tece seu fuso, e suas filhas, as temidas Parcas, cortam o fio da existência quando querem. Bebendo no rio do Esquecimento, prossegue o mito, perdemos a memória dessa escolha inicial de nossas almas &#8211; sem culpa nem responsabilidade de ninguém mais &#8211; cujo vínculo permanece no </font><font size="2"><em>EU</em></font><font size="2"><em> interior</em></font><font face="Arial, Helvetica" size="2">, nosso guia e <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> ao mesmo tempo.</font></font></p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/">Vida e Destino</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/vida-e-destino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As Moiras, filhas do Destino</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/as-moiras-filhas-do-destino/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/as-moiras-filhas-do-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 12:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terapiab</dc:creator>
				<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[tear]]></category>
		<category><![CDATA[tecer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://terapiabiografica.com.br/blog/?p=3</guid>
		<description><![CDATA[As moiras eram três irmãs que determinavam os destinos humanos, especialmente a duração da vida de uma pessoa e seu quinhão de atribulações e sofrimentos. Cloto (em grego “fiar”) segurava o fuso e puxava o fio da vida. Láquesis (”sortear”) &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/as-moiras-filhas-do-destino/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/as-moiras-filhas-do-destino/">As Moiras, filhas do Destino</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entrybody">
<p class="snap_preview">
<p align="center"><a href="http://tecerdavida.files.wordpress.com/2007/08/450px-strudwick_-_a_golden_thread.jpg" title="450px-strudwick_-_a_golden_thread.jpg"><img src="http://tecerdavida.files.wordpress.com/2007/08/450px-strudwick_-_a_golden_thread.jpg" alt="450px-strudwick_-_a_golden_thread.jpg" /></a></p>
<p>As <strong>moiras</strong> eram três irmãs que determinavam os <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>s humanos, especialmente a duração da vida de uma pessoa e seu quinhão de atribulações e sofrimentos.</p>
<ul>
<li><strong>Cloto</strong> (em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega_antiga" title="L?ngua grega antiga">grego</a> “fiar”) segurava o fuso e puxava o fio da vida.</li>
<li><strong>Láquesis</strong> (”sor<a href="/category/tear/" title="View all posts filed under tear">tear</a>”) enrolava o fio e sorteava o nome dos que iam morrer. Distribuía o quinhão de atribuições de uma vida;</li>
<li><strong>Átropos</strong> (”não voltar”) cortava o fio. Determinava os que iam morrer.</li>
</ul>
<p>As moiras eram filhas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Destino">Moro</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nix" title="Nix">Nix</a>. <em>Moira</em>, no singular, era inicialmente o destino. Na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%ADada" title="Il?ada">Ilíada</a>, representava uma lei que pairava sobre deuses e homens, pois nem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus" title="Zeus">Zeus</a> estava autorizado a transgredí-la sem interferir na harmonia cósmica. Na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odiss%C3%A9ia" title="Odisséia">Odisséia</a> aparecem as fiandeiras.</p>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_grega" title="Mitologia grega">mito grego</a> predominou entre os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_romana" title="Mitologia romana">romanos</a> a tal ponto que os nomes das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Divindade" title="Divindade">divindades</a> caíram em desuso. Entre eles eram conhecidas por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parca" title="Parca">parcas</a> chamadas Nona, Décima e Morta, que tinham respectivamente as funções de presidir ao nascimento, ao casamento e à <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>.</p>
<p>Os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia" title="Poesia">poetas</a> da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Antiga" title="Idade Antiga">antiguidade</a> descreviam as moiras como donzelas de aspecto sinistro, de grandes dentes e longas unhas. Nas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Artes_pl%C3%A1sticas" title="Artes plásticas">artes plásticas</a>, ao contrário, aparecem representadas como lindas donzelas. As três deusas decidiam o destino individual dos antigos gregos, e criaram <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%AAmis" title="Têmis">Têmis</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%AAmesis_%28mitologia%29" title="Nêmesis (mitologia)">Nêmesis</a> e as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Er%C3%ADnias" title="Er?nias">Erínias</a>. Pertenciam à primeira geração divina, e assim como Nix eram domadoras de deusas e homens. Junto de <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ilitia&amp;action=edit" class="new" title="Ilitia">Ilitia</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rtemis" title="Ártemis">Ártemis</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hecate" title="Hecate">Hecate</a>, <strong>Cloto</strong> atuava como deusa dos nascimentos e parto. <strong>Láquesis</strong> atuava junto com <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tiche&amp;action=edit" class="new" title="Tiche">Tiche</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pluto" title="Pluto">Pluto</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moros" title="Moros">Moros</a>, etc. qualificando o quinhão de atribuições que se ganhava em vida. <strong>Atropo</strong> juntamente de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A2natos" title="Tânatos">Tânatos</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Queres" title="Queres">Queres</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mors&amp;action=edit" class="new" title="Mors">Mors</a> determinava o fim da vida.</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/as-moiras-filhas-do-destino/">As Moiras, filhas do Destino</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/04/as-moiras-filhas-do-destino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tecer da Vida</title>
		<link>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/02/hello-world/</link>
		<comments>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/02/hello-world/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 01:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terapiab</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[fio do destino]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[tear]]></category>
		<category><![CDATA[tecer]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; O destino lança seu fio sobre o qual a vida se desenrola (e, às vezes, se enrola). Tecer a vida significa colocar este fio de forma harmoniosa no conjunto de nossa existência, invidualmente e enquanto participante da sociedade. &#8230; <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/02/hello-world/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/02/hello-world/">Tecer da Vida</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entrybody">&nbsp;</p>
<p class="snap_preview">&nbsp;</p>
<p align="center"><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/coracao-tricothumbnail.jpg" title="coracao-tricothumbnail.jpg"><img src="http://terapiabiografica.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/coracao-tricothumbnail.jpg" alt="coracao-tricothumbnail.jpg" /></a></p>
<p>O <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> lança seu fio sobre o qual a vida se desenrola (e, às vezes, se enrola). Tecer a vida significa colocar este fio de forma harmoniosa no conjunto de nossa existência, invidualmente e enquanto participante da sociedade.</p>
<p>Post from: <a href="http://terapiabiografica.com.br/blog">Tecendo a Própria Vida, escrito por Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/02/hello-world/">Tecer da Vida</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://terapiabiografica.com.br/blog/2007/10/02/hello-world/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
