Category Archives: Niterói

Encontros com Astrologia: Saturno

“A evolução da alma e a preservação da saúde é algo que conseguimos através do fortalecimento do eu. “ Moacyr Mendes de Morais e Jorge Kioshi Hosomi

Saturno é o Senhor do Tempo, ligado às metas e ao que é essencial. Na jornada para alcançar nossas metas há obstáculos a enfrentar, na forma de medos e suas máscaras, como impaciência, procrastinação, sentir-se incompetente…

Nós fazemos um convite para um Encontro em que você irá desenvolver e fortalecer as SUAS ferramentas que lhe ajudarão a enfrentar esses medos e, consequentemente, despertar o SEU sucesso nessa jornada. Serão usados conhecimentos e atividades da Arteterapia, Terapia Biográfica e Astrologia.

  • Quem são os Facilitadores?

Ilvane Brito, Arteterapeuta, Astróloga e Coach

Marcelo Guerra, Terapeuta Biográfico

  • Quando e onde?

Dia 27 de abril, uma quinta-feira, de 18:30h às 21:30h, no Espaço Psi de Desenvolvimento, localizado na Rua Ministro Otávio Kelly, 453, Jardim Icaraí, Niterói (RJ), próximo à Avenida Sete de Setembro.

  • Quanto?

R$220,00 para quem se inscrever até o dia 20 de abril. Ou R$260,00 para os que se inscreverem entre o dia 21/4 e a data do Encontro.

  • Como se inscrever?

Preencha a ficha de inscrição e faça o depósito no Banco do Brasil ag. 2907-6, conta corrente nº 39415-7 e envie uma cópia do comprovante para marceloguerra@terapiabiografica.com.br

Bullying – essa “brincadeira” tem consequências

Bullying: “brincadeira” com consequências

 

No dia 7 de abril de 2011, o mundo foi vítima de mais uma matança em escolas, desta vez no Brasil. Um ex-aluno entrou numa escola municipal em Realengo, zona Oeste do Rio, e promoveu um massacre. Este ex-aluno, segundo as pessoas que o conheceram, tinha um comportamento que leva a supor que sofria de alguma doença mental. O que é certo é que sofria de bullying, como afirmaram 2 ex-colegas de turma. Assim como os rapazes que promoveram o massacre em uma escola em Columbine, nos Estados Unidos, que depois gerou o documentário “Tiros em Columbine”.

O bullying sempre existiu nas escolas, mas nem sempre foi encarado como um problema. Há algumas décadas atrás era considerado “coisa normal de crianças”. Aquelas que divergissem um pouco da média eram as vítimas preferenciais. Hoje o bullying tem sido denunciado, mas está bem longe de ser controlado.

Na mesma semana, dois outros casos envolvendo bullying povoaram os jornais. Uma estudante universitária de enfermagem que denunciou as agressões que sofria à direção da faculdade, em Ribeirão Preto, foi agredida por uma colega com o capacete de motociclista. E um aluno de 15 anos de uma escola do sertão de Alagoas passou por uma sessão de três minutos de tapas na cara por ser homossexual. O bullying não respeita fronteiras nem nível social.

No ambiente escolar é muito importante para a criança e o adolescente fazer parte de um grupo, ser aceito e apoiado por ele. Quem sofre bullying sente-se excluído, e geralmente reage com um sentimento de minusvalia que pode influenciar sua vida em seus aspectos emocional, social e profissional, não só no momento em que sofre a agressão, mas por muitos anos no futuro. Cria-se um sentimento de inadequação, de não pertencimento, que mina sua autoconfiança e o faz sentir-se inferior. Algumas vezes esse sentimento de inferioridade pode gerar uma reação violenta e, se somar-se a um transtorno grave e não tratado de personalidade, um massacre como esse.

No Ensino Médio, estudei em uma escola particular de Niterói, e morava em São Gonçalo. Eu e muitos colegas que vínhamos da cidade vizinha sofríamos todo tipo de gozações, até mesmo por parte de professores. Algumas inócuas, outras bem agressivas. Um de nossos colegas sofria mais perseguições pois, além de gonçalense, era negro (o que era uma exceção numa escola de classe média de Niterói à época) e obeso. Não eram só piadinhas, eram tapinhas na nuca, tomar seus cadernos e jogar no chão, colocar o pé na frente para derrubá-lo. Os inspetores, pomposamente chamados de ‘auxiliares de comunicação’, limitavam-se ao ‘não faça isso de novo’. Ele tornou-se mais tímido do que no início do ano. Um dia ele surrou o colega mais insistente nas provocações, e foi suspenso das aulas pela atitude violenta.

O bullying sofrido pelo meu colega tinha as três características que o definem: era alvo de agressões e comentários negativos, as agressões eram repetidas e havia um suposto desequilíbrio de poder entre os colegas. Nem sempre o bullying é tão evidente, ele pode acontecer por meio de intrigas, espalhando comentários entre colegas (e a internet, através das redes sociais, pode ser um veículo para isso), ou evitando falar com a pessoa que é vítima de bullying, até mesmo porque quem se aproxima da vítima também é hostilizado. Os temas mais usados pelos agressores são a forma física (‘baleia’, ‘esqueleto’, ‘sem-bunda’, ‘baixinho’, ‘pintor-de-rodapé’, ‘caolho’), a etnia (‘crioulo’, ‘branco-azedo’, ‘japa’) e a religião (‘crente’, ‘papa-hóstia’, ‘macumbeiro’).

Os agressores buscam, através das provocações, dominar um grupo, numa estrutura de poder semelhante ao de animais na selva. É preciso que o bullying não seja tolerado como ‘coisa normal’, que se estimule o agressor a buscar sua própria humanidade, e a arte é o melhor instrumento para isso. E a vítima precisa ser amparada e protegida pela escola e por psicoterapia, não exposta ainda mais aos agressores, para que possa ter a real percepção de si, e não aquela imagem perniciosa que o bullying insiste em fazê-la acreditar.

 

Tecendo o Fio do Destino: Autoconhecimento pela Antroposofia

tecendoCada um de nós nasce com um destino, não como um livro previamente escrito em que cada ato nosso está previsto, mas como uma missão a nós confiada. Isto faz com que a vida tenha um sentido e, muitas vezes, sofremos com angústia ou depressão por não percebê-lo claramente. Os fatos de nossas vidas estão aí para que encontremos o Fio do Destino que, junto com o nosso livre arbítrio, tece os acontecimentos tanto no nosso mundo interior quanto na nossa vida nas comunidades em que vivemos.
Este curso tem o objetivo de buscar o fio do destino de cada um, desembaraçá-lo, tecê-lo de forma diferente, mais confortável, mais de acordo com o sentido que queremos dar para nossas vidas. Para isso trabalharemos com fatos de nossas próprias vidas. Este trabalho será feito com palavras e arte, como aquarela, modelagem em argila, tricô, desenho, contos de fadas, vídeos, teatro, etc. Ninguém precisa ser artista para participar, é claro. Porém será uma oportunidade de apropriar -se da sua obra mais importante: a sua história, tornando-se dono e artífice da mesma. E desta forma, acrescentar detalhes, retocar e dar acabamentos em qualquer momento da sua vida.
Muitas das questões que nos colocamos hoje são percebidas de modo diferente quando as situamos no contexto mais amplo da vida toda. A troca de experiências de vida num grupo é enriquecedora e suaviza os sentimentos ligados a essas experiências. Permite identificações além de possibilitar um olhar de fora, como quando assistimos um filme, sendo testemunhas de fatos comuns, arquetípicos, ao desenvolvimento do ser humano.
Em Niterói, o Tecendo o Fio do Destino será realizado em 8 encontros quinzenais, começando em 17 de março, de 19h às 22h.

  • O valor total do workshop é R$ 680,00, divididos em 4 parcelas (cheques pré-datados) de R$170,00, sendo que a inscrição se dá mediante pagamento da 1ª parcela.
  • Os inscritos até 28 de fevereiro terão um desconto e o custo total passa a ser R$560,00 ou 4 parcelas de R$140,00 (cheques pré-datados).
  • E os inscritos até 14 de março também terão desconto, passando o custo total para R$600,00, ou 4 parcelas de R$150,00 (cheques pré-datados).

O número mínimo de participantes para a realização do curso é de 8 pessoas. Inscreva-se já, pessoalmente na Glia Cultura e Aprendizagem ou pelos telefones (21)3601-2092 e (21)7697-8982. Coordenação: Marcelo Guerra.

Em breve, teremos a definição de datas em que realizaremos o workshop em Nova Friburgo e Juiz de Fora. Fique de olho! Salve o endereço do site nos favoritos do seu navegador e nos visite. As Vagas são limitadas, e já estamos fazendo reservas para essas cidades.

Rua Nilo Peçanha, 142 – Ingá

  • Em Nova Friburgo: DAO Terapias

Rua Ernesto Brasílio, 14/408 – Centro

Contatos e informações:
Rosângela: (32)8841-8660
santana@terapiabiografica.com.br
Marcelo: (21)7697-8982 ou (22)9254-4866 (deixar mensagem de voz ou de texto)
marceloguerra@terapiabiografica.com.br