{"id":65,"date":"2008-02-13T16:00:25","date_gmt":"2008-02-13T18:00:25","guid":{"rendered":"http:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/02\/13\/principios-educacionais-da-antroposofia\/"},"modified":"2008-02-13T16:00:25","modified_gmt":"2008-02-13T18:00:25","slug":"principios-educacionais-da-antroposofia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/02\/principios-educacionais-da-antroposofia\/","title":{"rendered":"Princ\u00edpios Educacionais da Antroposofia"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/02\/466474.jpg\" title=\"466474.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/02\/466474.jpg\" alt=\"466474.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>Nos primeiros anos de vida, a crian\u00e7a aprende por imita\u00e7\u00e3o. Mesmo na adolesc\u00eancia, os bons exemplos recebidos dos adultos s\u00e3o o que forma a estrutura moral e de valores do ser humano. \u00c9 o que ensina a ci\u00eancia espiritual de Rudolf Steiner, m\u00e9dico alem\u00e3o que, no come\u00e7o do S\u00e9culo XX, fundou as bases da Antroposofia<br \/>\nDuas palavras m\u00e1gicas caracterizam a maneira como a crian\u00e7a se relaciona com o mundo: imita\u00e7\u00e3o e exemplo. O fil\u00f3sofo grego Arist\u00f3teles denominou o homem como o animal mais propenso a imitar; essa verdade vale para a idade infantil, at\u00e9 os sete anos, mais do que para qualquer outra. O que acontece no ambiente f\u00edsico, a crian\u00e7a imita, e essa imita\u00e7\u00e3o confere aos \u00f3rg\u00e3os f\u00edsicos suas formas definitivas. Devemos considerar o ambiente f\u00edsico em sua acep\u00e7\u00e3o mais ampla, incluindo nele n\u00e3o apenas o que se passa materialmente ao redor da crian\u00e7a, mas tudo o que ocorre, o que seus sentidos percebem, o que, a partir do espa\u00e7o f\u00edsico, \u00e9 suscet\u00edvel de agir sobre as for\u00e7as espirituais. Isso inclui todas a a\u00e7\u00f5es morais e imorais, inteligentes e tolas que a crian\u00e7a possa perceber.<br \/>\nN\u00e3o s\u00e3o, pois, as senten\u00e7as morais nem os ensinamentos da raz\u00e3o que atuam nesse sentido sobre a crian\u00e7as, mas apenas o que os adultos fazem em sua redondeza de maneira vis\u00edvel. Preceitos deste tipo t\u00eam efeito plasmador, n\u00e3o sobre o corpo f\u00edsico, mas sobre o et\u00e9rico; por\u00e9m esse, at\u00e9 a idade dos sete anos, tem o envolt\u00f3rio et\u00e9rico protetor da m\u00e3e exatamente como, fisicamente falando, o corpo f\u00edsico foi protegido antes do nascimento pelo envolt\u00f3rio materno.<br \/>\nO que deve desenvolver-se nesse corpo et\u00e9rico antes do s\u00e9timo ano, quanto a representa\u00e7\u00f5es, h\u00e1bitos, mem\u00f3ria, etc., deve faz\u00ea-lo espontaneamente, tal como o fazem os olhos e as orelhas no ventre da m\u00e3e sem que haja interven\u00e7\u00e3o da luz exterior.<br \/>\nSeus \u00f3rg\u00e3os f\u00edsicos adquirem forma pela influ\u00eancia do ambiente f\u00edsico. A vis\u00e3o desenvolve-se sadiamente quando existem no ambiente da crian\u00e7a fen\u00f4menos apropriados de luz e cor; no c\u00e9rebro e na circula\u00e7\u00e3o sang\u00fc\u00ednea, formam-se as disposi\u00e7\u00f5es para um sentido moral sadio, desde que a crian\u00e7a perceba em seu ambiente fatos morais. Se antes da idade de sete anos a crian\u00e7a v\u00ea ao seu redor apenas atitudes tolas, o c\u00e9rebro adquire formas tais que a capacitam apenas para tolices na vida posterior.<br \/>\nAssim como os m\u00fasculos da m\u00e3o se tornam fortes e vigorosos quando exercem atividades apropriadas, o c\u00e9rebro e os demais \u00f3rg\u00e3os do corpo humano seguem o rumo certo quando recebem do ambiente os impulsos adequados.<br \/>\nPode-se fazer para a crian\u00e7a uma boneca com um guardanapo dobrado: duas pontas ser\u00e3o os bra\u00e7os, as outras as pernas, um n\u00f3 servira para a cabe\u00e7a. Tendo \u00e0 sua frente o guardanapo dobrado, a crian\u00e7a deve, por meio de sua fantasia, acrescentar algo que o transforme em figura humana. Essa atividade da fantasia tem efeito plasmador sobre as formas do c\u00e9rebro. Por\u00e9m, se a crian\u00e7a ganha uma linda boneca rosto de porcelana, nada resta ao c\u00e9rebro para fazer, e ele atrofia-se em vez de desabrochar.<br \/>\nSe os homens pudessem olhar, como pode faz\u00ea-lo o pesquisador espiritual, para dentro do c\u00e9rebro empenhado em estruturar suas pr\u00f3prias formas, com toda a certeza s\u00f3 dariam a seus filhos brinquedos suscet\u00edveis de avivar as for\u00e7as plasmadoras do c\u00e9rebro.<br \/>\nNossa \u00e9poca materialista produz poucos bons brinquedos. Veja-se como \u00e9 saud\u00e1vel aquele brinquedo que, mediante dois peda\u00e7os de madeira desloc\u00e1veis, mostra dois ferreiros virados um contra o outro, martelando um objeto. \u00d3timos, tamb\u00e9m, s\u00e3o os livros ilustrados com figuras m\u00f3veis: puxando os fios fixados nessas figuras, a crian\u00e7a transforma a ilustra\u00e7\u00e3o morta em imagem animada. Tudo isso provoca a atividade \u00edntima dos \u00f3rg\u00e3os, a partir da qual se constr\u00f3em as formas corretas para eles.<br \/>\nDe acordo com a Ci\u00eancia Espiritual, uma crian\u00e7a nervosa e irrequieta e outra let\u00e1rgica e fleum\u00e1tica devem receber tratamentos diferentes, a come\u00e7ar pelo ambiente em que vivem. A esse respeito tudo \u00e9 importante, desde as cores do quarto e dos objetos que normalmente rodeiam a crian\u00e7a at\u00e9 as cores das roupas com as quais ela \u00e9 vestida.<br \/>\nQuando n\u00e3o se segue a orienta\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia Espiritual, freq\u00fcentemente se faz o contr\u00e1rio, pois os conceitos materialistas conduzem, em muitos casos, a solu\u00e7\u00f5es incorretas. Uma crian\u00e7a excitada deve ser rodeada e vestida de cores amarelas e vermelhas; no caso de uma crian\u00e7a impass\u00edvel, conv\u00e9m recorrer a tonalidade azuis e esverdeadas. O que importa \u00e9 a cor complementar produzida interiormente. No caso do vermelho, ser\u00e1 a cor verde; no do azul, a alaranjada &#8211; como facilmente constatamos ao olhar durante algum tempo para uma superf\u00edcie colorida nessas cores e depois fixar o olhar rapidamente numa superf\u00edcie branca. Essa cor complementar \u00e9 produzida pelos \u00f3rg\u00e3os f\u00edsicos da crian\u00e7a e provoca as estruturas org\u00e2nicas correspondentes, de acordo com suas necessidades. Se a crian\u00e7a irrequieta tem ao seu redor uma cor vermelha, esta produz intimamente a imagem complementar verde, que tem efeito calmante, e assim os \u00f3rg\u00e3o adquirem tend\u00eancia \u00e0 calma.<br \/>\nConv\u00e9m levar em conta que o pr\u00f3prio corpo f\u00edsico determina, nessa idade, o que lhe conv\u00e9m. Ele faz isso desenvolvendo adequadamente os apetites. De maneira geral, pode-se dizer que o corpo f\u00edsico sadio requer o que lhe faz bem. Enquanto se tratar do corpo f\u00edsico da crian\u00e7a, conv\u00e9m observar quais s\u00e3o os desejos do apetite sadio e da alegria. A alegria e o prazer s\u00e3o as for\u00e7as que melhor plasmam as formas f\u00edsicas dos \u00f3rg\u00e3os.<br \/>\nPodemos incorrer em graves erros a esse respeito, deixando de proporcionar um entrosamento perfeito da crian\u00e7as com seu ambiente f\u00edsico. Isso pode acontecer em particular com os instintos relativos \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o. Podemos abarrotar a crian\u00e7a com certos alimentos, a ponto de faz\u00ea-la perder totalmente os instintos sadios relativos \u00e0 comida; por meio de uma alimenta\u00e7\u00e3o correta, esses instintos podem ser mantidos de tal maneira que a crian\u00e7a s\u00f3 solicite o que lhe for conveniente (isso se aplica at\u00e9 a um simples copo de \u00e1gua), enquanto recusa o que pode prejudic\u00e1-la.<br \/>\nEntre os impulsos que t\u00eam efeitos plasmadores sobre os \u00f3rg\u00e3os f\u00edsicos encontramos, pois, a alegria provocada pelo ambiente e, dentro desse, os rostos alegres dos educadores, como um amor antes de tudo sincero, nunca simulado. Tal amor, permeando calorosamente todo o ambiente, incuba, no verdadeiro sentido da palavra, as formas dos \u00f3rg\u00e3os f\u00edsicos.<br \/>\nQuando a crian\u00e7a pode imitar tais exemplos sadios numa atmosfera de amor, ela se encontra em seu elemento adequado. Deve-se observar rigorosamente que, ao seu redor, nada ocorra que ela n\u00e3o deva imitar. Ningu\u00e9m deveria praticar qualquer a\u00e7\u00e3o dizendo-lhe isso voc\u00ea n\u00e3o pode fazer. Quando se v\u00ea a crian\u00e7a rabiscar letras muito antes de compreender seu sentido, constata-se que ela procura, nessa idade, apenas imitar. Ali\u00e1s, \u00e9 bom que ela primeiro imite estes signos e somente mais tarde entenda seu significado. Com efeito, a tend\u00eancia a imitar pertence \u00e0 \u00e9poca em que se desenvolve o corpo f\u00edsico, enquanto a interpreta\u00e7\u00e3o do sentido diz respeito ao corpo et\u00e9rico. \u00c9 conveniente atuar sobre este ultimo s\u00f3 depois da troca dos dentes, quando j\u00e1 se desprendeu o envolt\u00f3rio et\u00e9rico. Todo aprendizado deveria ocorrer, nessa \u00e9poca, especialmente pela imita\u00e7\u00e3o. \u00c9 ouvindo que a crian\u00e7a melhor aprende a falar. Quaisquer regras e qualquer instru\u00e7\u00e3o artificial nada podem trazer de bom.<br \/>\nNos primeiros anos da inf\u00e2ncia, meios educativos como as can\u00e7\u00f5es devem impressionar os sentidos por seu belo ritmo. O que importa n\u00e3o \u00e9 tanto o conte\u00fado, mas a beleza sonora. Quanto mais algo vivifica a vis\u00e3o e o ouvido, tanto melhor. Nunca se deveria subestimar a for\u00e7a plasmadora de movimentos de dan\u00e7a acompanhando o ritmo de uma m\u00fasica.<br \/>\nCom a segunda denti\u00e7\u00e3o, o corpo et\u00e9rico se liberta de seu envolt\u00f3rio et\u00e9rico; come\u00e7a ent\u00e3o a \u00e9poca em que se pode exercer sobre ele uma influ\u00eancia pedag\u00f3gica externa. Conv\u00e9m ter em mente quais fatores atuam de fora sobre o corpo et\u00e9rico. Sua transforma\u00e7\u00e3o e seu desenvolvimento caminham a par com uma transforma\u00e7\u00e3o e uma mudan\u00e7a das inclina\u00e7\u00f5es, dos h\u00e1bitos, da consci\u00eancia, do car\u00e1ter, da mem\u00f3ria e dos temperamentos. O que atua sobre o corpo et\u00e9rico s\u00e3o imagens, exemplos e uma orienta\u00e7\u00e3o disciplinada da fantasia. Assim como at\u00e9 os sete anos de idade a crian\u00e7a deve ter exemplos f\u00edsicos para serem imitados, entre a troca de dentes e a puberdade seu ambiente deve conter tudo o que possa orient\u00e1-lo por seu valor intr\u00ednseco e seu sentido. Isso ocorre com tudo o que atua atrav\u00e9s de imagem e por analogia.<br \/>\nO corpo et\u00e9rico desenvolve sua for\u00e7a quando uma fantasia bem orientada pode seguir, como modelos e id\u00e9ias, as imagens e impress\u00f5es extra\u00eddas da vida ou recebidas pelo ensino. O que atua harmoniosamente sobre o corpo et\u00e9rico em desenvolvimento n\u00e3o s\u00e3o conceitos abstratos, mas o elemento pl\u00e1stico &#8211; n\u00e3o o sensorial, mas o espiritual vis\u00edvel. A observa\u00e7\u00e3o espiritual \u00e9 o meio educativo mais apropriado para esses anos. Da\u00ed a import\u00e2ncia, para o jovem, de ter \u00e0 sua volta mestres, personalidade cujas maneiras de ver e julgar o mundo possa despertar nele as for\u00e7as intelectuais e morais desej\u00e1veis.<br \/>\nAssim como imita\u00e7\u00e3o e exemplo eram as palavras m\u00e1gicas para a educa\u00e7\u00e3o dos primeiros anos, para os anos ora focalizados o s\u00e3o a aspira\u00e7\u00e3o a id\u00e9ias e a autoridade. A autoridade natural, n\u00e3o-imposta, deve constituir a evid\u00eancia espiritual imediata para que o jovem forme consci\u00eancia, h\u00e1bitos e inclina\u00e7\u00f5es e discipline seu temperamento, com cujos olhos observa o mundo. Valem principalmente para essa idade as belas palavras do poeta: cada um deve escolher o her\u00f3i a quem pretende imitar em sua ascens\u00e3o ao Olimpo.<br \/>\nVenera\u00e7\u00e3o e respeito s\u00e3o for\u00e7as que devem fazer crescer o corpo et\u00e9rico de maneira sadia. Quando falta essa venera\u00e7\u00e3o, as for\u00e7as vivas do corpo et\u00e9rico se atrofiam. Imaginemos a seguinte cena e o efeito produzido por ela sobre um menino de, digamos, oito anos de idade. Algu\u00e9m lhe conta algo a respeito de uma pessoa particularmente vener\u00e1vel. Tudo o que ele ouve lhe incute um temor quase sagrado. Aproxima-se o dia em que ele deve ter o primeiro encontro com essa pessoa. Ao pressionar a ma\u00e7aneta da porta atr\u00e1s da qual dever\u00e1 aparecer o ser vener\u00e1vel, um tremor de respeito o invade. Os belos sentimentos gerados por semelhante experi\u00eancia permanecer\u00e3o entre as reminisc\u00eancias mais duradouras da vida. Feliz \u00e9 o adolescente que pode elevar seu olhar para o mestre e educador como autoridades naturais, e isso n\u00e3o apenas em alguns momentos excepcionais, mas durante toda a juventude! Al\u00e9m dessas autoridades vivas, verdadeiras encarna\u00e7\u00f5es da for\u00e7a moral e intelectual, deve haver as autoridades<br \/>\nespirituais aceitas.<br \/>\nO rumo espiritual do jovem deve ser determinado pelas grandes figuras da Hist\u00f3ria, pela descri\u00e7\u00e3o de homens e mulheres modelares e n\u00e3o por princ\u00edpios abstratos de moral, que s\u00f3 atuar\u00e3o efetivamente depois que o corpo astral se tiver despedido de seu envolt\u00f3rio astral, na \u00e9poca da puberdade. Tais considera\u00e7\u00f5es devem nortear sobretudo o ensino da Hist\u00f3ria.<br \/>\nAntes da troca dos dentes, todas as hist\u00f3rias, contos, etc. ter\u00e3o como \u00fanico fim trazer \u00e0 crian\u00e7a um ambiente de alegria e riso; mais tarde, as hist\u00f3rias dever\u00e3o conter, al\u00e9m disso, imagens v\u00edvidas que incitem nos adolescentes o desejo de igualar os feitos descritos. N\u00e3o se deve esquecer que maus h\u00e1bitos podem ser combatidos por meio de imagens repugnantes apropriadas. Quando existem tais maus h\u00e1bitos e inclina\u00e7\u00f5es, pouco adianta recorrer a admoesta\u00e7\u00f5es. Contudo, muito pode ser feito para erradic\u00e1-los por meio de imagens realistas de homens maus que possuam os mesmos defeitos e sofram suas conseq\u00fc\u00eancias negativas em sua vida posterior.<br \/>\nConv\u00e9m ter em mente que n\u00e3o \u00e9 de conceitos abstratos que o corpo et\u00e9rico em forma\u00e7\u00e3o recebe impulsos profundos, mas sim de imagens v\u00edvidas em sua clareza espiritual. \u00c9 necess\u00e1rio, naturalmente, proceder com bastante tato para n\u00e3o provocar um efeito contraproducente. O que importa \u00e9 a maneira como se contam as hist\u00f3rias. Por esse motivo, um conto bem narrado nunca pode ser substitu\u00eddo por uma leitura.<br \/>\nFonte: Rudolph Steiner, A Educa\u00e7\u00e3o da Crian\u00e7a Segundo a Ci\u00eancia Espiritual (Antropos\u00f3fica)<br \/>\n* Pseud\u00f4nimo do escritor alem\u00e3o Johann Paul Friedrich Richter (1763-1825)<\/p>\n<div class=\"sharedaddy sd-sharing-enabled\"><div class=\"robots-nocontent sd-block sd-social sd-social-icon-text sd-sharing\"><h3 class=\"sd-title\">Compartilhe isso:<\/h3><div class=\"sd-content\"><ul><li class=\"share-print\"><a rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-shared=\"\" class=\"share-print sd-button share-icon\" href=\"https:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/02\/principios-educacionais-da-antroposofia\/\" target=\"_blank\" title=\"Clique para imprimir\" ><span>Imprimir<\/span><\/a><\/li><li class=\"share-email\"><a rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-shared=\"\" class=\"share-email sd-button share-icon\" href=\"mailto:?subject=%5BPost%20compartilhado%5D%20Princ%C3%ADpios%20Educacionais%20da%20Antroposofia&body=https%3A%2F%2Fterapiabiografica.com.br%2Fblog%2F2008%2F02%2Fprincipios-educacionais-da-antroposofia%2F&share=email\" target=\"_blank\" title=\"Clique para enviar um link por e-mail para um amigo\" data-email-share-error-title=\"Voc\u00ea tem algum e-mail configurado?\" data-email-share-error-text=\"Se voc\u00ea est\u00e1 tendo problemas para compartilhar por e-mail, \u00e9 poss\u00edvel que voc\u00ea n\u00e3o tenha configurado o e-mail para seu navegador. 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Mesmo na adolesc\u00eancia, os bons exemplos recebidos dos adultos s\u00e3o o que forma a estrutura moral e de valores do ser humano. \u00c9 o que ensina a ci\u00eancia espiritual de Rudolf Steiner, m\u00e9dico alem\u00e3o que, no come\u00e7o do S\u00e9culo XX, fundou as bases da Antroposofia [&hellip;]<\/p>\n<div class=\"sharedaddy sd-sharing-enabled\"><div class=\"robots-nocontent sd-block sd-social sd-social-icon-text sd-sharing\"><h3 class=\"sd-title\">Compartilhe isso:<\/h3><div class=\"sd-content\"><ul><li class=\"share-print\"><a rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-shared=\"\" class=\"share-print sd-button share-icon\" href=\"https:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/02\/principios-educacionais-da-antroposofia\/\" target=\"_blank\" title=\"Clique para imprimir\" ><span>Imprimir<\/span><\/a><\/li><li class=\"share-email\"><a rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-shared=\"\" class=\"share-email sd-button share-icon\" href=\"mailto:?subject=%5BPost%20compartilhado%5D%20Princ%C3%ADpios%20Educacionais%20da%20Antroposofia&body=https%3A%2F%2Fterapiabiografica.com.br%2Fblog%2F2008%2F02%2Fprincipios-educacionais-da-antroposofia%2F&share=email\" target=\"_blank\" title=\"Clique para enviar um link por e-mail para um amigo\" data-email-share-error-title=\"Voc\u00ea tem algum e-mail configurado?\" data-email-share-error-text=\"Se voc\u00ea est\u00e1 tendo problemas para compartilhar por e-mail, \u00e9 poss\u00edvel que voc\u00ea n\u00e3o tenha configurado o e-mail para seu navegador. 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