{"id":76,"date":"2008-03-17T14:02:42","date_gmt":"2008-03-17T16:02:42","guid":{"rendered":"http:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/03\/17\/76\/"},"modified":"2008-03-17T14:02:42","modified_gmt":"2008-03-17T16:02:42","slug":"76","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/03\/76\/","title":{"rendered":"Espiritualidade e Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<table id=\"normal\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"100%\">\n<tr>\n<td>\n<olho>Os cientistas j\u00e1 admitem que as pr\u00e1ticas<br \/>\nespirituais fazem bem \u00e0 sa\u00fade<\/olho><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.terra.com.br\/istoe\/imagens\/1px_invisivel.gif\" height=\"5\" width=\"1\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"preto_peq\">Celina C\u00f4rtes, Cilene Pereira e M\u00f4nica                    Tarantino, Revista Isto\u00c9 01\/06\/2005<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/03\/capa_fe_01.jpg\" title=\"capa_fe_01.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/03\/capa_fe_01.jpg\" alt=\"capa_fe_01.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<p>N\u00e3o importa o nome do deus ou se h\u00e1 deus. O fato                \u00e9 que a medicina come\u00e7a a incluir cada vez mais em                suas pr\u00e1ticas o instrumento da espiritualidade no cuidado                com os pacientes. Isso significa usar a favor do doente sua cren\u00e7a                em uma religi\u00e3o ou sua busca de aprimoramento espiritual                por meio de outros caminhos que n\u00e3o os religiosos. O tema,                que sempre incomodou os homens da ci\u00eancia, tamb\u00e9m come\u00e7a                a ganhar destaque na literatura cient\u00edfica, em eventos m\u00e9dicos                e nas escolas de medicina.<\/p>\n<p>Esse fen\u00f4meno \u00e9 resultado de v\u00e1rias circunst\u00e2ncias. Uma delas diz respeito \u00e0 demanda dos pr\u00f3prios pacientes por um tratamento que contemple sua sa\u00fade em dimens\u00f5es mais amplas. Eles querem ter seu lado espiritual respeitado e inclu\u00eddo nas terapias. Um estudo da Universidade de Ohio (EUA) feito no ano passado com 798 pessoas deixa esse anseio patente. Segundo o trabalho, cerca de 85% dos volunt\u00e1rios gostariam de discutir sua f\u00e9 com o m\u00e9dico e 65% deles esperavam compreens\u00e3o desse desejo por parte dos doutores.<\/p>\n<p>Outra raz\u00e3o que explica o crescimento da import\u00e2ncia do assunto est\u00e1 ancorada na observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica dos efeitos positivos da espiritualidade. J\u00e1 s\u00e3o muitos os m\u00e9dicos que fazem essa constata\u00e7\u00e3o no dia a dia. O oncologista Riad Yunes, do Hospital do C\u00e2ncer de S\u00e3o Paulo, \u00e9 um deles. \u201cOs pacientes que t\u00eam religiosidade parecem suportar mais as dores e o tratamento. Tamb\u00e9m lidam melhor com a id\u00e9ia da morte\u201d, observa.<\/p>\n<p>Esse tipo de informa\u00e7\u00e3o j\u00e1 aparece em diversas                pesquisas. Muitas est\u00e3o sendo feitas sob a batuta do m\u00e9dico                Harold Koenig, da Universidade de Duke (EUA). Entre seus achados                est\u00e3o resultados interessantes. Pessoas que adotam pr\u00e1ticas                religiosas ou mant\u00eam alguma espiritualidade apresentam 40%                menos chance de sofrer de hipertens\u00e3o, t\u00eam um sistema                de defesa mais forte, s\u00e3o menos hospitalizadas, se recuperam                mais r\u00e1pido e tendem a sofrer menos de depress\u00e3o quando                se encontram debilitadas por enfermidades. \u201cHoje h\u00e1                muitas evid\u00eancias cient\u00edficas de que a f\u00e9 e                m\u00e9todos como a ora\u00e7\u00e3o e medita\u00e7\u00e3o                ajudam os indiv\u00edduos\u201d, afirma Thomas McCormick, do                Departamento de Hist\u00f3ria e \u00c9tica M\u00e9dica da                Universidade de Washington (EUA).<\/p>\n<p>Estimulados por essa realidade, os cientistas procuram respostas que elucidem de que modo esse sentimento interfere na manuten\u00e7\u00e3o ou recupera\u00e7\u00e3o da sa\u00fade. H\u00e1 algumas explica\u00e7\u00f5es. Uma delas se baseia numa verdade \u00f3bvia: a de que quem cultiva a espiritualidade tende a ter uma vida mais saud\u00e1vel. \u201cOs estudos comprovam que a religiosidade proporciona menos comportamentos auto-destrutivos como suic\u00eddio, abuso de drogas e \u00e1lcool, menos stress e mais satisfa\u00e7\u00e3o. A sensa\u00e7\u00e3o de pertencer a um grupo social e compartilhar as dificuldades tamb\u00e9m contribuiria para manter o paciente amparado, com melhor qualidade de vida\u201d, explica o psiquiatra Alexander Almeida, do N\u00facleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n<p>Para os cientistas, essa explica\u00e7\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o. O que se quer saber \u00e9 o que se passa na intimidade do organismo quando as pessoas oram, l\u00eaem textos sagrados e qual o impacto disso na capacidade de se defender das doen\u00e7as. Embora n\u00e3o existam estudos conclusivos, acredita-se que esse plus esteja relacionado a mudan\u00e7as produzidas pela f\u00e9 na bioqu\u00edmica do c\u00e9rebro. \u201cSetores do sistema nervoso relacionados \u00e0 percep\u00e7\u00e3o, \u00e0 imunidade e \u00e0s emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o alter\u00e1veis por meio das cren\u00e7as e significados atribu\u00eddos aos fatos, entre outros fatores. Assim, um indiv\u00edduo religioso tem condi\u00e7\u00f5es de atribuir significados elevados ao seu sofrimento f\u00edsico e padecer menos do que um ateu ou agn\u00f3stico\u201d, explica o psic\u00f3logo e cl\u00ednico Jo\u00e3o Figueir\u00f3, do Centro Multidisciplinar da Dor do Hospital das Cl\u00ednicas (HC\/SP).<\/p>\n<p>Para aprofundar as investiga\u00e7\u00f5es, est\u00e1 surgindo                at\u00e9 um novo campo de conhecimento, chamado de neuroteologia.                Trata-se de uma \u00e1rea de pesquisa dedicada ao estudo da resposta                das regi\u00f5es cerebrais em face da f\u00e9 e da espiritualidade.                Um dos pesquisadores da \u00e1rea \u00e9 o neurocirurgi\u00e3o                Raul Marino Jr., chefe do setor de neurocirurgia do Hospital das                Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo. Em julho, ele lan\u00e7ar\u00e1                um livro dedicado ao estudo dessas rea\u00e7\u00f5es (<em>A                religi\u00e3o do c\u00e9rebro<\/em>, Ed. Gente). \u201cPr\u00e1ticas                como a prece, a medita\u00e7\u00e3o e a contempla\u00e7\u00e3o                modificam a produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias do c\u00e9rebro                que t\u00eam atua\u00e7\u00e3o em locais como o sistema l\u00edmbico,                envolvido no processamento das emo\u00e7\u00f5es\u201d, garante                o especialista. Marino reuniu estudos feitos com aparelhos de resson\u00e2ncia                magn\u00e9tica, PET\/Scan (equipamento de imagem de \u00faltima                gera\u00e7\u00e3o) e dezenas de trabalhos mostrando as modifica\u00e7\u00f5es                no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9diuns \u2013<\/strong> A abrang\u00eancia dos                estudos tamb\u00e9m est\u00e1 aumentando. Se antes a maioria                das pesquisas estudava popula\u00e7\u00f5es protestantes, cat\u00f3licas                e adeptos do juda\u00edsmo, agora come\u00e7am a surgir trabalhos                com praticantes de outras religi\u00f5es. O psiquiatra Almeida,                da USP, verificou a sa\u00fade mental de 115 m\u00e9diuns esp\u00edritas.                Descobriu que a incid\u00eancia de transtornos como ansiedade e                depress\u00e3o nessa popula\u00e7\u00e3o fica em<br \/>\ntorno de 8%, um porcentual menor do que a<br \/>\nestimativa encontrada na popula\u00e7\u00e3o em geral,<br \/>\nde 15% de incid\u00eancia.<\/p>\n<p>Todo esse movimento est\u00e1 levando muitas escolas de medicina                a abrir espa\u00e7o para debate. De acordo com um trabalho da                Universidade de Yale (EUA) publicado no <em>Jornal da Associa\u00e7\u00e3o                M\u00e9dica Americana<\/em> (Jama), em 1994 apenas 17 faculdades                americanas ofereciam cursos sobre medicina e espiritualidade. Em                2004, j\u00e1 eram 84 institui\u00e7\u00f5es. No Brasil, a                Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Cear\u00e1 inaugurou,                tamb\u00e9m no ano passado, um curso opcional de 20 horas. Cem                alunos j\u00e1 cursaram a disciplina. \u201cA mudan\u00e7a                est\u00e1 ligada a uma nova abordagem da escola m\u00e9dica,                focada na humaniza\u00e7\u00e3o do relacionamento do m\u00e9dico                com o paciente\u201d, diz a criadora da disciplina, a professora                de histologia e embriologia humana Eliane Oliveira.<\/p>\n<p>Aos poucos, essa modifica\u00e7\u00e3o come\u00e7a a se desenhar nos hospitais brasileiros. Um dos m\u00e9dicos que fazem quest\u00e3o de estimular a pr\u00e1tica da espiritualidade em seus pacientes \u00e9 Eymard Mour\u00e3o Vasconcelos, da Universidade Federal da Para\u00edba e com p\u00f3s-doutorado em espiritualidade e sa\u00fade pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz. Para ele, n\u00e3o restam d\u00favidas quanto ao poder da f\u00e9 na recupera\u00e7\u00e3o dos doentes. \u201c\u00c9 preciso despertar a garra em portadores de enfermidades. Isso n\u00e3o se faz com conhecimento t\u00e9cnico, mas mexendo com a emo\u00e7\u00e3o profunda da espiritualidade\u201d, frisa. Outro que usa a ferramenta da f\u00e9 \u00e9 o cirurgi\u00e3o oncol\u00f3gico Paulo Cesar Fructoso, do Rio de Janeiro, integrante da Sociedade Brasileira de Cancerologia. \u201cMas nenhum tratamento m\u00e9dico deve ser interrompido\u201d, ressalta.<\/p>\n<p><strong>Risco \u2013 <\/strong>O m\u00e9dico toca em um ponto important\u00edssimo. Quando a religiosidade toma o lugar da medicina, as coisas se complicam. Quem leva a f\u00e9 a ferro e fogo e decide depositar tudo nas m\u00e3os de Deus corre o s\u00e9rio risco de perder a vida. Um estudo feito pelo m\u00e9dico Riad Yunes com tr\u00eas mil pacientes de c\u00e2ncer de mama no Hospital do C\u00e2ncer de S\u00e3o Paulo mostra o quanto essa possibilidade \u00e9 real. Segundo o trabalho, 20% das mulheres preferiram fazer tratamentos espirituais antes de se submeter \u00e0 cirurgia e tomar os medicamentos indicados pelos m\u00e9dicos. \u201cQuando voltaram ao hospital, tr\u00eas ou quatro meses depois, os tumores tinham dobrado de tamanho\u201d, diz Yunes. Como se v\u00ea, o equil\u00edbrio entre as necessidades da alma e as do corpo \u00e9 um dos segredos de uma boa sa\u00fade. \u00c9 o que busca, por exemplo, a atriz Luc\u00e9lia Santos, 47 anos. \u201cO desenvolvimento espiritual me traz harmonia. A sa\u00fade do organismo e do esp\u00edrito andam juntas\u201d, diz.<\/p>\n<div class=\"sharedaddy sd-sharing-enabled\"><div class=\"robots-nocontent sd-block sd-social sd-social-icon-text sd-sharing\"><h3 class=\"sd-title\">Compartilhe isso:<\/h3><div class=\"sd-content\"><ul><li class=\"share-print\"><a rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-shared=\"\" class=\"share-print sd-button share-icon\" href=\"https:\/\/terapiabiografica.com.br\/blog\/2008\/03\/76\/\" target=\"_blank\" title=\"Clique para imprimir\" ><span>Imprimir<\/span><\/a><\/li><li class=\"share-email\"><a rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-shared=\"\" class=\"share-email sd-button share-icon\" href=\"mailto:?subject=%5BPost%20compartilhado%5D%20Espiritualidade%20e%20Sa%C3%BAde&body=https%3A%2F%2Fterapiabiografica.com.br%2Fblog%2F2008%2F03%2F76%2F&share=email\" target=\"_blank\" title=\"Clique para enviar um link por e-mail para um amigo\" data-email-share-error-title=\"Voc\u00ea tem algum e-mail configurado?\" data-email-share-error-text=\"Se voc\u00ea est\u00e1 tendo problemas para compartilhar por e-mail, \u00e9 poss\u00edvel que voc\u00ea n\u00e3o tenha configurado o e-mail para seu navegador. 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